domingo, 26 de agosto de 2012

Pesquisa vê fator emocional associado à obesidade infantil...


O fator emocional deve estar relacionado à obesidade infantil, além dos hábitos alimentares e do estilo de vida. Um estudo de Ana Rosa Gliber, do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), revela que o ganho de peso em crianças pode estar associado a situações de perda e características de personalidade. A pesquisa mostra, ainda, que pode haver a necessidade de psicoterapia no tratamento do problema.



Segundo a agência USP de Notícias, a psicóloga analisou a personalidade de seis crianças que não possuíam transtorno orgânico que justificasse a obesidade. Comer demais, para elas, é uma forma de amenizar o sofrimento e trazer tranquilidade. “Elas tentam preencher o vazio emocional e lidar com os problemas comendo, pois essa é uma forma de manter algo bom dentro de si. Se você tira isso, ela sente que perdeu algo bom”, diz Ana Rosa.

A pesquisadora também observou, em todos os casos, a presença do bullying, ato de intimidação ou agressão, que pode ser psicológica ou física. As seis crianças passavam por situações do tipo, que as levavam ao isolamento, o que agravava ainda mais a questão psicológica que levava à obesidade.


Até mais.

Fonte: Uol.

Detector de glicose na saliva, urina e lágrima...


Pesquisadores da Purdue University, nos EUA, criaram um novo biossensor capaz de detectar concentrações mínimas de glicose na saliva, lágrimas e na urina.
A tecnologia, que tem potencial para melhorar o diagnóstico e o tratamento do diabetes, pode ser fabricada a baixo custo uma vez que não exige passos de processamento muito complexos.
"É uma maneira não invasiva para estimar o teor de glicose no organismo. Como o dispositivo pode detectar glicose na saliva e nas lágrimas, ele pode, eventualmente, ajudar a eliminar ou reduzir a frequência do uso de agulhadas para testes de diabetes. Estamos provando sua funcionalidade", afirma o pesquisador Jonathan Claussen.
O sensor tem três partes principais: as camadas de nanofolhas que lembra pequenas pétalas de rosa feitas de um material chamado grafeno; nanopartículas de platina e a enzima glicose oxidase.
Cada pétala contém algumas camadas de grafeno empilhadas. As bordas das pétalas têm ligações químicas incompletas onde as nanopartículas de platina podem ser anexadas.
Eletrodos são formados pela combinação das nanofolhas e das nanopartículas de platina. Em seguida, a glicose oxidase se liga às nanopartículas de platina. A enzima converte a glicose em peróxido, gerando um sinal no eletrodo.
Além de testar para o diabetes, a tecnologia pode ser usada para a detecção de uma variedade de compostos químicos envolvidos em outras doenças. "Nós usou a enzima glicose oxidase neste trabalho, e criamos o biossensor voltado para o diabetes. Mas poderíamos simplesmente trocar a enzima para detectar condições médicas como Parkinson e Alzheimer", afirma Claussen.
A tecnologia é capaz de detectar glucose em concentrações tão baixas como 0,3 micromolar, muito mais sensíveis do que outros biossensores eletroquímicos baseados em grafeno ou grafite, nanotubos de carbono e nanopartículas metálicas.
O dispositivo ainda é capaz de distinguir entre a glicose e os sinais de outros compostos que normalmente causam interferências em sensores: ácido úrico e ácido ascórbico, que são normalmente encontrados no sangue.
Até mais.
Fonte: isaúde.net

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Uso de antibióticos antes dos 6 meses de idade aumenta risco de excesso de peso...


O uso de antibióticos em crianças antes dos 6 meses de idade pode estar associado ao excesso de peso na infância, de acordo com pesquisadores da New York University, nos Estados Unidos.
O estudo constatou que, em média, as crianças expostas a antibióticos desde o nascimento até os 5 meses de idade pesaram mais para sua altura do que as crianças que não foram expostas aos medicamentos.
Entre as idades de 10 a 20 meses, essa exposição se traduziu em pequenos aumentos no percentual de massa corporal. Aos 38 meses de idade, as crianças expostas tinham uma probabilidade 22% maior de estar acima do peso.
"Micróbios em nossos intestinos podem desempenhar um papel crítico na forma como absorvemos calorias, e a exposição a antibióticos, especialmente no início da vida, pode matar as bactérias saudáveis que influenciam a forma como absorvemos os nutrientes em nossos corpos, e, de outra forma nos mantêm magros", afirma o líder da pesquisa Leonardo Trasande.
Segundo os pesquisadores, esta é a primeira vez que um estudo analisou a associação entre o uso de antibióticos cedo na vida e a massa corporal na infância.
Trasande e seus colegas avaliaram o uso de antibióticos entre 11.532 crianças nascidas no Reino Unido entre 1991 e 1992. Eles analisaram as crianças durante três períodos: do nascimento aos 5 meses de idade; de 6 meses a 14 meses, e, finalmente entre 15 e 23 meses. Eles também examinaram massa corporal ou o peso na sexta semana, e aos 10, 20, 38 e 7 anos de idade.
Os resultados mostraram que o uso de antibióticos só pareceu ter efeito em crianças muito jovens, dados desde o nascimento até os 5 meses de idade.
Segundo os pesquisadores, o estudo não prova que os antibióticos no início vida fazem com que as crianças tenham excesso de peso na infância. Ele mostra que existe uma correlação. "Outros estudos deverão ser realizados para explorar a questão de uma causalidade direta entre o medicamento e a obesidade", concluem os autores.
Até mais.
Fonte. isaude.net

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Produtos à base de Echinacea não devem ser usados em crianças menores de 12 anos...


A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA), do Reino Unido, aconselhou os pais a não usarem produtos orais à base de planta Echinacea em menores de 12 anos de idade. Crianças com 12 anos ou mais e adultos podem continuar a usar estes produtos.
Este movimento da MHRA segue o conselho de precaução do European Herbal Medicinal Products Committee (HMPC) e do UK Herbal Medicines Advisory Committee (HMAC). Ambos concluíram que a percepção dos benefícios do uso de Echinacea em crianças com menos de 12 anos são superados pelos riscos potenciais nesta faixa etária. Há um pequeno risco de reações alérgicas, mas estas podem ser graves. As crianças de 12 anos ou mais e adultos podem continuar a usar os produtos orais contendo Echinacea. Os riscos de efeitos colaterais em crianças mais velhas e adultos são reduzidos porque eles pesam mais e, em geral, pegam menos resfriados.
Os produtos contendo Echinaceae devem sofrer alterações em suas bulas de acordo com este novo conselho. As medidas que estão sendo tomadas são de precaução. Os pais não devem se preocupar se já deram produtos à base de Echinacea para os menores de 12 anos no passado.
As informações a serem acrescentadas nas bulas incluem reações alérgicas, tais como erupções cutâneas, urticári, inchaço incluindo edema de pele devido ao acúmulo de líquidos e edema de face, dificuldade respiratória, asma e choque anafilático fatal.
A MHRA é um órgão do governo responsável por garantir que remédios e dispositivos médicos sejam seguros e por assegurar que os benefícios, para os pacientes e para o público, justifiquem os danos do uso de um produto. Nenhum produto é livre de riscos. A vigilância de medicamentos e dispositivos serve para tomar as medidas necessárias para proteger o público imediatamente quando há algum risco.

Até mais.

domingo, 19 de agosto de 2012

Segurança no uso do Hormônio de Crescimento...

No estudo preliminar sobre a segurança no uso do hormônio de crescimento na Europa foi avaliado o uso por longo tempo do hormônio e as causas de mortalidade. O estudo veio basicamente de países como a Bélgica, Holanda e Suécia.
Os pacientes iniciaram o hormônio de crescimento (GH) entre 1985 e 1997 e foram seguidos até 2010, onde todos que completaram 18 anos entraram no estudo. 
A causa dos falecimentos dos pacientes durante o tratamento foram: 76% causados por acidentes ou suicídio. Importante ressaltar que nenhum paciente morreu por câncer ou doença cardiovascular durante o uso da medicação.

Até mais.

Fonte: Long-Term Mortality and Causes of Death in Isolated GHD, ISS, and SGA Patients treated with recombinant Growth Hormone during Childhood in Belgium, The Ntherlands and Sweden: Preliminary Report of 3 Countries Participating in the EU SAGhE Study JCEM 2012; 97(2): E213-217.

sábado, 18 de agosto de 2012

Começa neste sábado campanha de vacinação...


Começa neste sábado em todo o País a primeira campanha de atualização da caderneta de vacinação infantil. A expectativa do governo é de que até o dia 24 de agosto mais de 14 milhões de crianças menores de 5 anos sejam levadas aos postos de saúde.
Estarão disponíveis todas as vacinas do calendário básico infantil, incluindo a pentavalente e a Vacina Inativada Poliomielite (VOP), lançadas neste ano. A primeira reúne em uma aplicação a tetravalente (que protege contra a difteria, o tétano, a coqueluche e a meningite) além da dose contra a hepatite B.
Já a VOP é indicada para crianças que nunca foram imunizadas contra a pólio.
Durante a campanha, menores de 5 anos que vivem nas Regiões Norte e Nordeste, no Vale do Jequitinhonha e no Vale do Mucuri, ambos em Minas Gerais, também vão receber suplemento de vitamina A. A ação faz parte do Programa Brasil Carinhoso, que tem como meta a superação da extrema pobreza na primeira infância.
Ao todo, 2.434 municípios das regiões selecionadas vão distribuir o suplemento. A expectativa do governo é de que 3 milhões de crianças tenham acesso à megadose de vitamina A. Cálculos do Ministério da Saúde indicam que aproximadamente 20% dos menores de 5 anos apresentam algum tipo de deficiência de vitamina A. A previsão é de que, até o fim do ano, a distribuição do suplemento chegue a todos os municípios do Programa Brasil sem Miséria. "As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo.

Até mais.

Fonte: O Estadão

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Mel ajuda na tosse noturna...


Foi realizado um estudo, publicado pelo periódico médico Pediatrics, com o objetivo de comparar os efeitos de uma dose única noturna de mel (mel de eucalipto, mel de frutas cítricas ou mel de plantas da família Labiatae) a uma dose de placebo na tosse noturna em crianças com infecções do trato respiratório superior (IRSs).
Um questionário foi administrado aos pais em dois dias consecutivos. O primeiro dia foi quando nenhuma medicação tinha sido usada na noite anterior e o segundo dia foi no dia seguinte, quando a preparação do estudo foi dada antes de dormir. O estudo randomizado duplo-cego contou com a participação de 300 crianças, de 1 a 5 anos, com IRSs, tosse noturna e duração da doença menor ou igual a sete dias. As crianças elegíveis receberam dose única de 10 gramas de mel de eucalipto, mel de frutas cítricas, mel de plantas da família Labiatae ou placebo, administrada 30 minutos antes de se deitarem. Os principais desfechos foram frequência da tosse, gravidade da tosse, natureza do incômodo da tosse e qualidade do sono da criança e dos pais.
Em todos os três produtos de mel e do grupo placebo houve uma melhoria significativa da noite antes do tratamento para a noite do tratamento. No entanto, a melhora foi maior nos grupos que receberam mel para todos os principais desfechos.
Os pais avaliaram que os produtos contendo mel aliviaram mais os sintomas da tosse noturna de seus filhos e as dificuldades para dormir devido às IRSs, quando comparados ao placebo. O mel pode ser um tratamento preferível para a tosse e para as dificuldades de sono associadas às IRSs na infância.
O mel não deve ser usado em crianças com menos de um ano de idade.

Até mais.

NEWS.MED.BR, 2012. Pediatrics: mel ajuda a melhorar a tosse noturna na infância. Disponível em: . Acesso em: 16 ago. 2012.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Crianças devem se vacinar na 2ª etapa da campanha...


Sábado começa a segunda etapa de vacinação em todo o País. Até dia 24, crianças de até cinco anos devem ser levadas a um posto para atualizar a carteira de saúde. Nesta nova etapa, duas novas vacinas passam a integrar o programa: a de pólio injetável e a pentavalente (que protege contra difteria, tétano, coqueluche, Haemopilus influenzae tipo B e hepatite B).
A vacina injetável contra pólio será aplicada apenas em crianças que até hoje não foram imunizadas contra a doença. A pentavalente, nas crianças com 2, 4 e 6 meses. Os reforços serão feitos com a DTP.
A coordenadora do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, Carla Domingues, afirma que crianças que começarem o novo esquema de vacinação contra a paralisia infantil receberão as primeiras duas doses vacina (aos 2 e 4 meses) na versão injetável e as duas demais, de reforço, na versão em gotas. "A recomendação da OMS é que, a partir da erradicação da pólio no mundo, esperada para os próximos cinco anos, todos países passem a adotar a versão injetável. Começamos a transição agora." Atualmente, três países registram casos de paralisia infantil: Nigéria, Afeganistão e Paquistão.
Nesta segunda etapa da campanha, estarão disponíveis nos 34 mil postos fixos todas as vacinas oferecidas no programa de imunização. O governo pretende avaliar e atualizar a carteira vacinal de 14,1 milhões de crianças.
Crianças das regiões Norte, Nordeste e das cidades do Vale do Mucuri e do Vale de Jequitinhonha, em Minas, receberão no período megadoses de vitamina A. Integrante da Ação Brasil Carinhoso, a estratégia pretende reduzir o risco de problemas como infecções e atraso no desenvolvimento cognitivo, encontrados em crianças com deficiência da vitamina.

Até mais.

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo.

sábado, 11 de agosto de 2012

Lucentis (ranibizumabe)...


FDA aprova droga para tratar doença que ameaça visão de diabéticos

A Food and Drug Administration dos Estados Unidos (FDA) aprovou o medicamento Lucentis (ranibizumabe) para o tratamento do edema macular diabético (DME), doença ocular que ameaça a visão de pessoas com diabetes.
Por meio de uma injeção administrada uma vez por mês por um profissional de saúde, Lucentis se destina a ser usado junto com as técnicas de controle de açúcar no sangue.
DME é uma condição na qual há vazamentos de fluido na mácula, parte central da retina onde a visão ocorre. O fluido faz com que a mácula se dilate, levando a visão a ficar embaçada.
"Diabetes é uma questão de saúde pública em nosso país, e todos os pacientes com diabetes correm o risco de desenvolvimento de edema macular diabético. A aprovação de hoje representa um grande avanço para o tratamento de pessoas cuja visão é prejudicada por DME como uma complicação de sua doença", afirma Renata Albrecht, da FDA.
A segurança e a eficácia da droga para o tratamento de DME foram estabelecidas em dois estudos clínicos envolvendo 759 pacientes tratados e acompanhados por três anos. Os pacientes foram separados aleatoriamente para receber injeções mensais de Lucentis a 0,3 miligramas (mg) ou 0,5 mg, ou não receber injeções durante os primeiros 24 meses de estudos. Após 24 meses, todos os pacientes receberam Lucentis mensal quer a 0,3 mg ou 0,5 mg.
Os resultados mostraram que entre 34 e 45% dos pacientes tratados com Lucentis a 0,3 mg mensal ganharam pelo menos três linhas de visão em comparação com 12 a 18% daqueles que não receberam injeção. Nenhum benefício adicional foi observado com a dose mais elevada de Lucentis mensal de 0,5 mg.
Os efeitos colaterais mais comuns relatados em pacientes tratados com o medicamento incluem hemorragia da conjuntiva, tecido que reveste o interior das pálpebras e cobre a parte branca do olho, dor ocular, moscas volantes e aumento da pressão dentro do olho.
Lucentis já era aprovado para o tratamento de degeneração macular relacionada à idade (DMRI), condição na qual vasos sanguíneos crescem anormalmente e 'entornam' líquido na mácula.
Até mais.
Fonte: isaude.net

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Proteína que retarda envelhecimento tem efeito protetor contra o diabetes...


Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology, nos Estados Unidos, descobriram que uma proteína que retarda o envelhecimento também protege contra danos causados por uma dieta rica em gordura, incluindo o diabetes.
A pesquisa sugere que as sirtuínas (SIRT1) podem ser aplicadas para ajudar a combater doenças ligadas à obesidade.
O pesquisador Leonard Guarente descobriu o papel de SIRT1 no aumento da longevidade mais de uma década atrás e desde então tem explorado seu papel em muitos tecidos diferentes do corpo.
Em seu último estudo, publicado na revista Cell Metabolism, Guarente e seus colegas olharam para o que acontece quando a proteína SIRT1 está em falta em células adiposas, que formam a gordura do corpo.
Quando colocados em uma dieta rica em gordura, camundongos sem a proteína começaram a desenvolver doenças metabólicas, como diabetes, muito mais cedo do que os ratos normais que receberam uma dieta rica em gordura.
"Notamos que os ratos foram sendo preparados para a disfunção metabólica. Removemos uma das proteções contra a queda metabólica, por isso, se agora fornecemos uma dieta rica em gordura, eles ficam muito mais sensíveis do que os ratos normais", explica Guarente.
A descoberta levanta a possibilidade de que drogas que aumentam a atividade SIRT1 podem ajudar a proteger contra doenças ligadas a obesidade.
Até mais.
Fonte: isaúde.net

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Semana Mundial do Aleitamento Materno...


Com o tema Understanding the Past-Planning the Future (Entendendo o Passado e Planejando o Futuro) a Semana Mundial de Aleitamento Materno começa nesta quarta-feira (1º) e vai até a próxima terça-feira (7) em mais de 170 países.
O objetivo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é estimular a amamentação e melhorar a saúde de crianças menores de 5 anos em todo o mundo. A OMS defende que o aleitamento materno é a melhor forma de fornecer ao recém-nascido os nutrientes necessários.
A orientação é que o bebê receba exclusivamente o leite materno até os 6 meses e, depois disso, ele seja associado a outros alimentos até que a criança complete 2 anos ou mais.
No caso do colostro (tipo de leite mais grosso e de cor amarelada produzido ao final da gestação), a recomendação é que ele seja fornecido ao recém-nascido até uma hora após o parto. Segundo a OMS a desnutrição responde por uma em cada três mortes entre crianças menores de 5 anos, com um terço desta praticas erradas de alimentação acontecendo no primeiro ano de vida da criança. Mesmo com estas informações, menos de um em cada três bebês é exclusivamente amamentado durante os seis primeiros meses meses de vida.
Desde sua criação em 1948 OMS tem entre suas ações a saúde da criança, devido a grande preocupação com a mortalidade infantil. Em 1990, um encontro organizado pela OMS e UNICEF resultou um documento adotado por organizações governamentais e não governamentais, assim como, por defensores da amamentação de vários países, entre eles o Brasil: a Declaração de Innocenti, com quatro objetivos operacionais.
Até mais.
Fonte: isaude.net

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...