sábado, 31 de dezembro de 2011

FELIZ 2012...

Desejo a todos um ótimo ano novo. Que os sonhos de cada um se realize, com muito amor, felicidades, paz e saúde.

Até mais.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Vacina contra Aids tem novo obstáculo...

Cientistas descobriram um novo obstáculo que deve atrapalhar o desenvolvimento de uma vacina contra o HIV, assim como outras vacinas contra doenças provocadas por vírus. A informação está em um estudo publicado online pelo “Journal of Clinical Investigation”.

Em 2007, um estudo conhecido como Step, que testava uma vacina candidata para o HIV, mostrou que esse medicamento não era eficiente. Em alguns casos, inclusive, a vacina tornava as pessoas mais suscetíveis à infecção, pois o sistema imunológico reconhecia um componente usado na vacina: um tipo de vírus chamado de Ad5.

A equipe liderada por Juliana McElrath, do Centro de Pesquisa do Câncer Fred Hutchinson, em Seattle, nos EUA, descobriu que algumas pessoas tinham no sistema de defesa células com alta resposta ao Ad5. Esses pacientes produziram uma reação mais fraca em relação ao HIV e, por isso, a vacina não foi eficaz.

O atual estudo mostrou também que isso acontece não só com o Ad5, mas também com outros adenovírus usados como componentes de vacinas. Na avaliação dos pesquisadores, esse aspecto deverá ser levado em conta no desenvolvimento de novas vacinas.

“Esses achados providenciam o que acreditamos ser uma nova compreensão de como a imunidade viral pré-existente pode impactar a eficácia de vacinas hoje sob avaliação para a prevenção do HIV, da tuberculose e da malária”, sugere o artigo.

Até mais.

Fonte: G1

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Bronquiolite: terapia inalatória combinada com hélio e oxigênio melhora bebês com a doença ...

O estudo, publicado pelo periódico Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine, foi realizado durante quatro anos, no departamento de emergência de um hospital infantil americano, por pesquisadores das universidades University of Louisville Medical Center e University of Pittsburgh Medical Center, em pacientes com idades entre 2 e 12 meses, com pontuação de três ou mais no Modified Wood's Clinical Asthma Score (M-WCAS).

Os pacientes receberam inicialmente tratamento com salbutamol nebulizado com oxigênio a 100%. Depois foram randomizados para um grupo que recebeu uma mistura de hélio e oxigênio ou para outro grupo que recebeu apenas oxigênio, em nebulização com epinefrina racêmica através de uma máscara facial. Após a nebulização, o oxigênio umidificado ou a mistura de hélio-oxigênio foi oferecida por cânula nasal de alto fluxo. Após 60 minutos de terapia de inalação, os pacientes com uma pontuação do M-WCAS de 2 ou mais receberam uma segunda dose de epinefrina racêmica nebulizada, seguida de hélio-oxigênio ou oxigênio fornecido por cânula nasal de alto fluxo.

A principal avaliação final foi o grau de melhoria da pontuação do M-WCAS em 240 minutos ou até a alta do departamento de emergência.

Os resultados mostram que de 69 crianças inscritas, 34 foram randomizadas para o grupo hélio-oxigênio e 35 para o grupo de oxigênio. A alteração média na pontuação do M-WCAS desde o início até 240 minutos ou saída do departamento de emergência foi de 1,84 para o grupo de hélio-oxigênio em comparação com 0,31 para o grupo de oxigênio (P <0,001). A pontuação do M-WCAS foi significativamente melhor para o grupo de hélio-oxigênio em comparação com o grupo de oxigênio em 60 minutos (P = 0,005), 120 minutos (P <0,001), 180 minutos (P <0,001) e 240 minutos (P <0,001).

A nebulização com epinefrina racêmica feita com hélio-oxigênio seguida de terapia de inalação por cânula nasal de alto fluxo com hélio e oxigênio foi associada a um maior grau de melhora clínica em comparação com o uso de oxigênio a 100% entre os lactentes com bronquiolite estudados.

Até mais.

Fonte: Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine, volume 165, de 12 de dezembro de 2011 NEWS.MED.BR, 2011. Bronquiolite: terapia inalatória combinada com hélio e oxigênio melhora bebês com a doença. Disponível em: . Acesso em: 23 dez. 2011.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Consenso Latino-Americano sobre crianças nascidas pequenas para idade gestacional (PIG)...



A WHO (World Health Organization) define como pequeno para idade gestacional (PIG), os recém-nascidos com peso de nascimento abaixo do percentil 10 na curva de peso para idade gestacional. Quando a idade gestacional não é conhecida, considera-se o peso de nascimento menor que 2500g.

Este consenso define que o PIG'são aqueles que nasceram com peso menor que 2 desvios-padrão da média.

É importante essa definição pois estas crianças tem 5x mais chances de morrer no período neonatal e 4,7x mais chances, antes de 1 ano de idade, do que as crianças nascidas adequadas para idade gestacional.

Apresentam também maior risco de QI menor, baixa estatura e desenvolvimento de hipertensão e diabetes melitus tipo 2 na vida adulta.

Sào muitas as causas para PIG, os fatores de risco são dependentes de: altura, peso, gestações, idade, etnia e localização geográfica da mãe. Mau alimentação materna com insuficiente ganho de peso durante a gestação, disfunção e tamanho placentário, doenças maternas, tabagismo, etilismo e uso de drogas são também fatores associados.

A maioria das crianças recuperam o peso e a estatura, de acordo com o padrão genético, até os 2 anos, porém de 10-15% não recuperam e tem a tendencia a serem crianças e adultos baixos.

As crianças que não recuperam a altura com 2 anos geralmente tem secreção endógena adequada de GH em resposta aos testes farmacológicos. Entretanto, eles frequentemente tem IGF1 baixos e padrões fisiológicos de secreção de GH alterados.

O FDA (US Food ans Drug Administration) aprovou o uso de GH nestas crianças em julho de 2001, e na Europa o CPMP (Committee for Proprietary Medicinal Products) aprovou em Junho de 2003.

Até mais.

Fonte: Latin American Consensus: Children Born Small for gestacional Age. Boguszewski et at. BMC Pediatrics 2011, 11:66.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Programa da Prefeitura prevê entrega de medicamentos em casa...

Os moradores de Santos que realizam tratamento contra diabetes e hipertensão na rede básica de saúde vão passar a receber os medicamentos de uso contínuo em casa.

A Prefeitura anunciou nesta quinta-feira o início do programa Remédio em Casa, que prevê a entrega dos remédios em domicílio para pessoas com idade igual ou superior a 60 anos e inscritas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

A ideia do projeto é aumentar o acesso aos medicamentos e a adesão ao tratamento, além de otimizar o controle clínico. Segundo a Prefeitura, o programa ajudará a reduzir a morbimortalidade cardiovascular e cerebrovascular.

Em Santos, segundo a Secretaria de Saúde, 32 mil pacientes sofrem de hipertensão, sendo que 10.200 fazem uso de medicamentos via oral e 1.200 estão cadastrados na Seção de Atendimento Domiciliar.

Segundo a secretária de Sáude, Lygia Lyra Perreira, o programa garantirá a adesão dos pacientes por estar integrado às unidades de atendimento. “A integração acontece graças à informatização nas unidades básicas”.

A secretária explica ainda que o ingresso ao programa depende do paciente passar por uma avaliação clínica, na qual o médico faz a prescrição via sistema informatizado.

A recepção da Unidade Básica efetiva a participação do paciente por meio de termo de adesão, confirmando o cadastro no Programa Hiperdia, e agenda nova consulta.

O paciente receberá na farmácia, após a consulta, a quantidade suficiente de remédio para tratamento de 30 dias. O restante será entregue em domicílio por um motoboy, em uma quantidade suficiente para o período de 90 dias (prazo máximo de validade de uma receita médica).

Para a nova remessa de medicamentos será necessário um retorno do paciente à consulta médica.

Para o prefeito João Paulo Tavares Papa, o programa representa um avanço no atendimento da rede básica de saúde.

Até mais.

Fonte: A Tribuna.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Efeitos dos desrreguladores endócrinos ambientais no desenvolvimento da puberdade...

Estudos recentes vem demonstrando a progressiva diminuição da idade de início da puberdade em todo o mundo, a reação exata disso não é completamente entendida mas é aceito de ser resultado da complexa interação entre genética, endocrinologia e fatores ambientais.
Os DESRREGULADORES ENDÓCRINOS (DE) são produtos químicos ambientais que podem ser naturais ou sintéticos. Devido a serem parecidos com hormônios em suas funções (hormone-like), podem ter ação agonista ("as mesmas") ou antagonistas ("opostas").

DE naturais:
  • FITOESTRÓGENOS: consumidos em grandes quantidades podem ter efeito estrogênico e em baixa quantidade, antiestrogênico. Alimentos que contem fitoestrôgenos: soja, cenoura, alho, legumes, maça, café, cereja, salsa...
DE sintéticos:
  • Dietilbestrol: forte atividade estrogênica. Mães espostas tem 2x mais chances de terem cancer de mama. É proibido desde 1997.
  • Pesticidas, fungicidas, herbicidas, alguns produtos de limpeza, alguns cosméticos, corantes, plásticos e solventes.
Para os DE causarem comprometimento da função endócrina dependem do tempo de exposição a substâncias, assim como a dose, duração e a idade de exposição.

Até mais.

Fonte: Samim Ozen, Sukran Darcan Effects of environmental endocrine disruptors on pubertal development J Clin Res Ped Endo 2011;3(1): 1-6.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou nesta quarta-feira novas restrições ao uso do bisfenol A (BPA) na fabricação de produtos para bebês. Projeto aprovado na comissão proíbe a venda de mamadeiras e chupetas que contenham essa substância.

O aditivo, usado para dar maior resistência ao plástico policarbonato, ainda está presente em parte das mamadeiras à venda no país.

Em setembro, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a proibição da venda e fabricação de mamadeiras que contenham bisfenol. A indústria recebeu um prazo de adaptação até o fim de dezembro.

A substância é suspeita de causar doenças como câncer e problemas de comportamento, além de obesidade, puberdade precoce e infertilidade, porque o aditivo teria uma ação similar à de hormônios humanos.

No entanto, não há evidências conclusivas desses efeitos na saúde. A maior parte dos estudos, até hoje, foi feita com animais.

Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, instituto que representa a indústria do plástico, afirma que as chupetas não contêm a substância. "Os bicos são feitos de látex, EVA ou silicone. A base da chupeta é de polipropileno, que não tem bisfenol."

Para o endocrinologista Francisco Homero D'Abronzo, especialista no tema, a lei é válida mesmo assim, porque ao menos avança no tema, mas ainda deixa de fora outros produtos que contêm a substância.

Além das mamadeiras, o BPA é encontrado em embalagens de alimentos, como latas de molho de tomate, e de refrigerantes.

O relator do projeto, senador Paulo Davim (PV-RN), que é médico, diz que a substância é cancerígena e pode causar alterações hormonais e desregular a tireoide.

A França e os Estados Unidos já restringiram o uso da substância em produtos usados por bebês e crianças.

A decisão de ontem na comissão tem caráter definitivo para o Senado. Se não receber recurso em cinco dias, não precisará passar pelo plenário e poderá seguir para análise na Câmara.

Até mais.

Fonte: Folha de São Paulo 07/12/11 Colaborou DÉBORA MISMETTI

Remédio contra doença de Chagas terá versão pediátrica...

Uma medida simples vai representar um grande avanço no combate à doença de Chagas em crianças. Depois de 40 anos sendo oferecido unicamente em dose para adultos, o benznidazol, principal remédio utilizado no tratamento, será produzido em versão pediátrica, podendo ser administrada inclusive em recém-nascidos.

A autorização para produção será publicada pela Anvisa (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 12. O anúncio da novidade foi feito hoje pelo secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, durante a 4ª Reunião de Parceiros da iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDi).

A apresentação tradicional do medicamento é na forma de comprimidos com 100 mg do princípio ativo. A partir de agora será oferecido também na forma de pó solúvel com 12,5 mg. A produção está a cargo do Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe), único produtor desse medicamento em todo o mundo.

De acordo com a médica especializada em medicina tropical Lucia Brum, da organização Médicos Sem Fronteiras, a nova apresentação da droga vai contornar um dos maiores problemas para o tratamento de crianças, que era a necessidade de fracionar o comprimido para adulto. "Esse procedimento ocasionava falhas terapêuticas de dosagem que muitas vezes comprometem a eficácia do tratamento."

Brum destaca a importância do foco em crianças. "Quanto mais precoce o diagnóstico, mais efetivo é o tratamento." No caso de bebês nascidos com a doença transmitida pela mãe, por exemplo, o remédio é capaz de eliminar o parasita em até 90% dos casos tratados no primeiro ano de vida.

Em comunicado, o presidente do Lafepe, Luciano Vasquez, informou que o remédio "será oferecido a preço de custo para todas as instituições públicas de saúde, incluindo o Ministério da Saúde do Brasil, além de organizações não governamentais e instituições filantrópicas".

A doença de Chagas é causada pelo parasita Trypanosoma cruzi e tem entre seus principais sintomas lesões cardíacas e no trato digestivo. Transmitida principalmente pelo inseto conhecido como barbeiro, acomete principalmente populações que vivem em condições inadequadas de moradia. Com políticas de prevenção contra o vetor, no entanto, a transmissão de mãe para filho vem sendo considerada a forma mais importante forma de disseminação da doença. A DNDi estima que nasçam por ano mais de 14 mil bebês infectados.

Ainda segundo a organização, atualmente existem no mundo entre 8 milhões e 10 milhões de pessoas infectadas, que resultam em 12 mil mortes por ano.

Até mais.

Fonte: Folha de São Paulo (02/12/11)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Briga com a balança - Parte 3...

Até mais.

Exercício físico para crianças precisa ser na hora certa...

RIO - Enquanto crianças e adolescentes passam um tempo cada vez maior diante de jogos eletrônicos, pediatras chamam a atenção para a epidemia de obesidade e a necessidade de se colocar os pequenos para fora do sofá: dados do IBGE mostram que 15% dos brasileiros entre 6 e 18 anos estão acima do peso; 5% obesos. Mas entre tantas opções, como escolher a atividade e quando começar? Primeiro, a criança deve gostar do exercício; depois, esporte competitivo só é recomendado a partir de 13 anos.

Jogos em grupo, como futebol, vôlei, e queimado, judô e balé são apropriados a partir dos 5 anos, se enfatizarem cooperação e altruísmo:

— Até os 12 anos, essas atividades devem ser lúdicas. Antes dessa idade, a criança ainda não tem estrutura psicológica para competir. Pode-se brincar de premiar quem ganha, quem perde — ensina Isabel Rey Madeira, da Sociedade Brasileira de Pediatria e autora do livro "Filhos, de 2 a 10 anos de idade" (Manole).

Se a criança está gordinha, Isabel sugere começar pela natação, pois a água protege mais das lesões. E essa atividade não expõe tanto dificuldades que ela possa ter, em função do excesso de peso.

Bebês de seis meses já podem brincar na piscina

Mas vale a regra: é a criança quem tem que escolher. Caso ela prefira algum jogo em equipe, não há problemas. E os pais não devem se esquecer de consultar o pediatra, para afastar riscos à saúde, seja qual for a preferência.

Ela tem razão, afirma o pediatra Ricardo Rego Barros, chefe do Serviço de Adolescentes do Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (da UFRJ).

— Os pais devem respeitar as escolhas de seus filhos. Estudos americanos dizem que 75% das crianças e adolescentes obrigados a praticar um esporte abandonam a atividade aos 14 a 15 anos — conta. — É muito importante que eles experimentem várias modalidades antes de se dedicar a um esporte.

Para crianças acima do peso, Jayme Murahovschi, da Academia Brasileira de Pediatria, indica uma caminhada, corrida e pedalada. A criança pode fazer isso por uma hora, seis vezes por semana. Se a ideia for apenas mantê-la em movimento, sem preocupação com as medidas, basta praticar 30 minutos.

Além de queimar calorias, a atividade física na infância ajuda no desenvolvimento da coordenação, do equilíbrio e sociabiliza, entre outros benefícios. E se pode começar antes do primeiro ano; como a iniciação na piscina. Se o bebê não sofre de otite, já pode cair na água aos seis meses. A mãe de José Francisco Prado, de 1,6 ano, Luisa Prado, percebe a evolução do menino de uma aula de natação para outra, numa academia carioca:

— Ele está cada vez mais esperto. E a aula tem música, o que ajuda na identificação dele com a atividade na água.

Ricardo Barros aprova e dá uma dica importante:

— É preciso avaliar o preparo dos professores e condições de higiene dos locais.

Os profissionais são unânimes: fora da academia, brincar é sempre um bom exercício.

Até mais.

Fonte: O Globo
Assessoria de Comunicação da SBP

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Vacina Meningocóccica tetravalente...

O Comitê de Imunizações do CDC( Centers for Disease Control and Prevention) a a Academia Americana de Pediatria aprovaram recentemente o uso da VACINA TETRAVALENTE CONTRA A MENINGITE(MCV4 contra os grupos A, C, W-135 e Y) para reforço nos adolecentes.
A recomendação é de 1 dose entre 11 e 12 anos com reforço aos 16 anos. Quem receber a primeira dose entre 13 e 15 anos deverá receber um reforço entre 16 e 18 anos. E adolescentes maiores de 16 anos necessitam de apenas 1 dose.

Até mais.

Fonte: Meningococcal Conjugate Vaccines Policy Update: Booster Dose Recommendations. Committee on Infectious DiseasesPediatrics 2011; 128:1213-1218

domingo, 4 de dezembro de 2011

Alto nível de açúcar no sangue pode duplicar risco de câncer colorretal...

Altos níveis de açúcar no sangue estão associados ao aumento do risco de câncer colorretal, sugere um estudo feito na Faculdade de Medicina Albert Einstein, da Universidade Yeshiva, nos Estados Unidos. O estudo analisou cerca de 5.000 mulheres que haviam passado pela menopausa e foi divulgado no periódico British Journal of Cancer.

O estudo selecionou 5.000 mulheres inscritas no Instituto Nacional de Saúde (NIH, na sigla em inglês) e mediu os níveis de açúcar e de insulina em seu sangue durante 12 anos. Ao final desse período, 81 mulheres desenvolveram câncer colorretal.

Os pesquisadores observaram mulheres com maiores níveis de glicose no sangue tiveram cerca de duas vezes mais chances de desenvolver câncer colorretal do que aquelas com os menores níveis da substância. Entretanto, nenhuma associação foi observada entre níveis de insulina o risco da doença.

Os resultados de pesquisa contrariam o que muitos pesquisadores acreditavam, ou seja, que a obesidade, conhecido fator de risco para a doença, estava relacionada com o câncer pois aumentava a insulina no sangue. O estudo sugere que os motivos para a obesidade acarretar o problema podem ser diferentes, como o fato de aumentar os níveis de glicose no sangue, ou então outro fator não conhecido.

"O próximo desafio é encontrar o mecanismo pelo qual os níveis de glicose no sangue cronicamente elevados podem levar ao câncer colorretal", disse Geoffrey Kabat, epidemiologista da Universidade Yeshiva e principal autor do artigo. "É possível que níveis elevados de glicose estejam ligados ao aumento de inflamações que estimulam o crescimento de pólipos intestinais, que são lesões no revestimento interno do intestino, algumas das quais mais tarde podem se transformar em câncer".

Brasil – Segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer colorretal é o terceiro mais comum entre homens e mulheres. Em 2007, a doença matou 11.322 pessoas no país e a previsão é que sejam registrados, em 2012, 30.140 novos casos do câncer.

Até mais.

Fonte: Veja

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Tomar ou comer "gelado" faz mal? ...

A resposta é SIM. É claro que não é 100% das vezes porém poderá fazer mal, sim. O fato de ingerir líquidos ou comer alimentos congelados ou bem gelados, acarreta uma vasoconstrição na circulação sanguínea principalmente na boca, onde há o primeiro contato.
Com isso, há uma diminuição da circulação sanguínea local, fazendo com que haja menos células de defesa e propiciando o aparecimento de infecções dentre elas: faringites, amigdalites, sinusites, laringites...
Portanto, tome cuidado pois o verão está chegando, não abuse.

Até mais.

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