quarta-feira, 31 de outubro de 2012

OMS alerta sobre possível "catástrofe sanitária" de malária...


A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta quarta-feira (31) sobre a "catástrofe sanitária" que poderá ser provocada por uma cepa da malária resistente a medicamentos detectada no Sudeste Asiático.
"Se ela extrapolar seus limites e chegar à África, realmente poderá se transformar em uma catástrofe sanitária pública", disse em Sydney o diretor do Programa sobre Malária da OMS, Robert Newman.
A cepa da malária em questão aumentou sua resistência aos tratamentos com artemisinina na região do Grande Mekong, que inclui áreas do Camboja, Tailândia, Mianmar, Laos e Vietnã.
Por enquanto, os remédios utilizados contra a doença na África seguem sendo efetivos, mas se essa cepa alcançar esse continente os medicamentos poderão perder sua eficácia em médio ou até em curto prazo, segundo especialistas presentes na conferência "Malária 2012: salvando vidas na Ásia-Pacífico".
A conferência na cidade australiana, da qual participam dez ministros da Saúde de países da região, autoridades nacionais, cientistas e outros especialistas em medicina tropical, será encerrada na próxima sexta-feira (2) com uma reunião ministerial liderada pelo enviado especial da ONU para Malária, Ray Chambers.
No mundo todo são registrados anualmente mais de 216 milhões de casos de malária, que é transmitida aos humanos mediante a picada de mosquitos infectados, e, deste total, 655 mil são fatais, de acordo com dados da OMS.
Cerca de 30 milhões de casos são contabilizados a cada ano na região Ásia-Pacífico, onde a doença é endêmica em 22 países e causou a morte de 42 mil pessoas em 2010, a maioria delas em Índia, Mianmar, Bangladesh, Indonésia e Papua Nova Guiné.
Até mais.
Fonte: Uol

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Terapia com células-tronco pode ajudar a livrar diabéticos da insulina...


Pesquisas em andamento na Universidade de São Paulo (USP) avançam no tratamento do diabetes tipo 1 com o uso da terapia celular. A estratégia é interromper o processo de destruição do pâncreas que ocorre em portadores da doença por meio de um transplante de células-tronco retiradas da medula óssea do próprio paciente. Os resultados mais recentes das investigações foram apresentados durante o 7º Congresso Brasileiro de Células-Tronco e Terapia Celular, realizado em São Paulo neste mês.
Segundo Maria Carolina de Oliveira Rodrigues, coordenadora do estudo, se o processo de destruição for interrompido nesse ponto e as células restantes forem preservadas, é possível que o paciente consiga se livrar da dependência de insulina ou pelo menos diminuir as doses.
" Não falamos em cura, mas em facilitar o controle da doença e evitar complicações crônicas do diabetes, como retinopatia, nefropatia e neuropatia" , disse Rodrigues.
" Diabetes tipo 1 é uma doença autoimune: o próprio sistema imunológico do paciente ataca as células produtoras de insulina no pâncreas. Quando os sintomas começam a aparecer, é sinal que aproximadamente 80% das células já foram danificadas" , explica
Insulina
De acordo a pesquisadora, três dos 25 pacientes que participam do estudo permanecem até hoje livres de insulina. Outros 18 tiveram de voltar a tomar o hormônio após um período que variou entre seis meses e cinco anos, mas recebem atualmente doses menores do que antes do tratamento.
Outros quatro pacientes não conseguiram se livrar da insulina e nem reduzir a dose. " Três deles tinham histórico de cetoacidose, uma complicação comum em pacientes com estágio avançado da doença. Provavelmente, esses voluntários que não reagiram ao tratamento já não tinham mais células produtoras de insulina para serem salvas" , contou Rodrigues.
Até mais.
Fonte: isaude.net

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Vacina para tratar a doença celíaca...


Cientistas de uma empresa dos EUA criaram uma vacina capaz de permitir que pacientes com doença celíaca comam alimentos com glúten sem sofrer efeitos colaterais.
A vacina, que recebeu o nome de NexVax2, reprograma o sistema imune do corpo de modo que ele não ataque o intestino em resposta ao glúten na dieta. As informações são do jornal Daily Mail.
Pessoas que sofrem com doença celíaca, ou intolerância ao glúten, não podem comer nada que contenha a proteína, encontrada no trigo, cevada e centeio.
Não existe tratamento para a doença e os sofredores estão em maior risco de infertilidade, osteoporose e câncer de intestino, se não mantiverem uma dieta livre de glúten.
A doença celíaca ocorre porque as proteínas nocivas do glúten danificam as pequenas projeções, chamadas vilosidades, que alinham o intestino delgado e ajudam a estimular a digestão. Quando danificadas e inflamadas, as vilosidades são incapazes de absorver os alimentos corretamente, o que muitas vezes provoca diarreia e desnutrição.
Carente de vitaminas e minerais da dieta, os ossos começam a enfraquecer, aumentando o risco de osteoporose. Estudos mostram que o risco de câncer de intestino também é maior, possivelmente porque o corpo não consegue absorver a fibra dietética que pode ajudar a proteger contra a condição.
A vacina experimental, que está prestes a entrar em testes em humanos depois de ter sido avaliada com sucesso em laboratório, poderia ser um grande avanço.
NexVax2 funciona reprogramando o sistema imune do corpo de modo que ele não ataca o intestino em resposta ao glúten na dieta.
Depois de identificarem 3 mil fragmentos proteicos do glúten que causam danos ao organismo, os cientistas reduziram esse número a três, que pareceram explicar quase todos os casos da doença celíaca.
A vacina contém esses pequenos fragmentos de proteínas que são responsáveis pelo desencadeamento exagerado do sistema imune durante o processo digestivo.
Como eles são muito pequenos, o sistema imunológico não lança um ataque e, gradualmente, aprende a aceitar as proteínas como inofensivas.
Durante uma série de vacinas subsequentes, a quantidade de proteínas introduzidas no corpo é aumentada gradualmente.
Isto permite que o sistema imunológico habitue-se lentamente a níveis mais elevados de glúten de modo que, quando ele é reintroduzido na dieta, não desencadeia um ataque potencialmente devastador.
A empresa por trás da vacina, chamada Immusant Inc, espera que ela permita que as pessoas com a doença sejam capazes de comer pão como parte da dieta.
Até mais.
Fonte: isaude.net

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Valorização da medicina...

Até mais.

Operar a Tireóide via axilar...


Pela primeira vez no país, médicos realizaram uma cirurgia de retirada da glândula tireoide pela axila, o que tem como resultado a ausência de cicatriz no pescoço.
A retirada da tireoide ou de parte dela é indicada em casos de diagnóstico confirmado ou muito suspeito de câncer de tireoide ou crescimento benigno da glândula.
O procedimento inédito foi feito em agosto no Hospital Pio 12, em São José dos Campos (interior paulista), em uma paciente de 27 anos.
A técnica foi trazida da Ásia, onde esse tipo de cirurgia é realizado há cerca de dez anos. O cirurgião brasileiro Félix de Castro passou um mês na Tailândia, operando sob a supervisão da equipe do Hospital Rajavithi, da Universidade Rangsit.
Ele conta que, no budismo, a região da garganta corresponde a um centro simbólico de pureza do corpo. "Em alguns países, uma cicatriz nessa parte do corpo pode causar até discriminação, por isso a grande experiência [oriental] nessa cirurgia."
De acordo com o médico, a grande vantagem da técnica é estética, já que a cicatriz deixa de ocupar um lugar tão visível quanto o pescoço e fica praticamente escondida embaixo do braço.

RESULTADO

Ele afirma que estudos que compararam pacientes submetidos à cirurgia tradicional e à nova técnica mostram resultados similares em termos de complicações e tempo de internação.
Mas, quando se compara a recuperação e a satisfação do paciente com o procedimento, os dados são mais favoráveis para a cirurgia via axila.
"É um relato subjetivo, mas o paciente tem a sensação de recuperação mais rápida."
É o que diz Patricia Gomes, 27, de São José dos Campos. Diagnosticada com câncer no ano passado, ela precisou retirar parte da tireoide.
Castro então sugeriu a técnica a Patricia, que já tinha tido problemas de cicatrização, como queloide (marca em alto relevo resultante da cicatrização anormal da pele), em outro procedimento.
"No começo só senti um incômodo para engolir e me movimentar, mas dois dias depois nem parecia que eu tinha sido operada", afirma a paciente.
Luiz Paulo Kowalski, cirurgião e diretor do departamento de cabeça e pescoço do Hospital A.C.Camargo, afirma que, como o trajeto percorrido pelos instrumentos cirúrgicos é longo, o tempo do procedimento pode ser maior, o que aumenta o risco de infecção.
"A técnica parece complicar algo já bem estabelecido. Hoje já temos um resultado estético bom, com fechamento por baixo da pele e cicatrizes de 4 cm, 3 cm. Não sou contra, acho que devemos sempre procurar melhorar, mas talvez as próximas gerações de robôs possam ajudar mais nesses casos."
Félix de Castro afirma que países como a Coreia do Sul já têm dez anos de prática, o que faz do método algo bem estabelecido.
"Estou bem seguro quanto à segurança e à aplicabilidade da técnica. Acredito que estamos começando a ver uma mudança na cirurgia de cabeça e pescoço."

Até mais.

Fonte: Folha de SP.

Chá verde injetável está proibido...


A Anvisa determinou, nesta segunda-feira (8/10), a suspensão da fabricação, manipulação, distribuição, comércio e uso de qualquer medicamento injetável a base de extratos vegetais, isolado ou em associação com outras substâncias vegetais ou sintéticas, que não tenha aprovação na Agência.


A proibição atinge apenas os produtos injetáveis que não provaram a sua eficácia e segurança. Qualquer extrato vegetal que não tenha comprovação científica para ser utilizado como produto injetável pode trazer riscos à saúde, se for administrado por esta via.

Foram identificadas propagandas na internet que sugerem o uso injetável (parenteral) de substâncias, como chá verde, para emagrecimento e combate às gorduras localizadas. No entanto, não existem estudos que comprovem a segurança e eficácia da aplicação injetável de medicamentos que contenham chá verde ou outros extratos vegetais.

Não há qualquer vedação ao uso e venda de medicamentos fitoterápicos de via oral que contenham chá verde e possuam registro na Anvisa. Já o alimento chá verde é dispensado de registro e pode ser utilizado normalmente.

A suspensão dura o tempo necessário para a regularização dos produtos junto a Agência e tem validade imediata após divulgação da medida no Diário Oficial.



Até mais.


Fonte: Anvisa , Veja a RE 4.302/2012, publicada no Diário Oficial da União

sábado, 6 de outubro de 2012

Guerra contra os refrigerantes...


Agora é culpa é do refrigerante. A ligação entre o consumo da bebida e dos sucos adoçados e a obesidade é tema de três estudos e de um editorial publicados ontem no periódico "New England Journal of Medicine".
Os trabalhos aparecem uma semana depois de Nova York ter aprovado uma norma que vai proibir a venda de bebidas açucaradas com mais de 437 ml em restaurantes, lanchonetes e cinemas, em uma tentativa de estancar o crescimento constante dos indicadores de obesidade.
Nos EUA, até 2030, 44% da população será obesa -hoje 35% estão nessa faixa. No Brasil, 15,8% dos adultos são obesos e quase metade está acima do peso.
Uma das novas pesquisas, feita pela Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, analisou o consumo de bebidas adoçadas, o índice de massa corporal e genes associados à obesidade de três grupos de pessoas somando 33 mil mulheres e homens.
Eles foram divididos de acordo com a frequência do consumo de refrigerantes e sucos adoçados.
Segundo os autores, o consumo mais frequente de bebidas açucaradas foi associado a uma predisposição genética maior a um índice de massa corporal mais alto e ao risco de obesidade.
A relação entre obesidade e maior risco genético foi muito maior entre os que bebiam refrigerantes todo dia do que nos grupos que consumiam menos de uma vez por mês. Isso significa, de acordo com os pesquisadores, que esse hábito pode ampliar o efeito do risco genético à obesidade.
Os outros dois estudos publicados ontem mostram os benefícios de substituir os refrigerantes e sucos com açúcar para reduzir o índice de massa corporal de crianças e adolescentes.

VILÕES LÍQUIDOS?

Para a nutricionista funcional Daniela Jobst, faz sentido centrar fogo nos refrigerantes e sucos industrializados no combate à obesidade.
"O refrigerante é importante porque as pessoas bebem muito e ficam viciadas. Para alguns pacientes que atendo, a hidratação do dia é refrigerante ou bebida com açúcar."
O açúcar, de fácil absorção, coloca o corpo em uma "gangorra" metabólica.
"As bebidas adoçadas aumentam muito rápido a produção de insulina. Essa elevação dá o comando para colocar açúcar nas células. Quanto mais você estimula a produção de insulina, mais vai colocar açúcar nas células e armazenar gordura."
A repetição desse processo vezes demais pode levar ao desenvolvimento de diabetes tipo 2, diz a nutricionista. "Outra preocupação são os corantes e os conservantes dos industrializados, que estimulam uma resposta inflamatória no corpo."
O nutrólogo Celso Cukier lembra também que o refrigerante, mesmo contendo carboidratos, não traz a sensação de saciedade, aumentando o risco de uma ingestão exagerada de calorias.
Mas, para ele, é possível incluir essas bebidas na dieta de uma forma moderada. "Não acredito na imposição de uma proibição."

Até mais.

Fonte: Folha de SP.


12 milhões de brasileirinhos obesos...


Atualmente, uma em cada três crianças na faixa de 5 a 9 anos está acima do peso ideal estabelecido pela OMS

Quase 12 milhões de crianças e adolescentes sofrem com excesso de peso no Brasil, segundo a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO). Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístico (IBGE) mostram que, atualmente, uma em cada três crianças na faixa de 5 a 9 anos está acima do peso ideal estabelecido pela Organização Mundial de Saúde. Isto é, hoje, quase 5 milhões de crianças enfrentam quadros de sobrepeso e obesidade.
Estima-se que 80% das crianças obesas aos cinco anos de idade permanecerão obesas ao longo da vida. Entre jovens, o cenário não é menos preocupante. São, pelo menos, mais 6,8 milhões de brasileiros com peso excedente.
Segundo informa a ABESO, a obesidade é uma doença crônica. Diferentemente dos adultos cujo cálculo da obesidade baseia-se no índice de massa corporal (IMC), a aferição da obesidade em crianças e adolescentes bem por base a idade, peso, altura e estágio de maturação sexual. Na infância e juventude, o excesso de peso torna-se porta de entrada para futuras patologias.
De acordo com a médica Rosana Radominski, presidente da ABESO, é na infância que os costumes são adquiridos, sejam eles bons ou ruins. " Os pais desempenham uma responsabilidade imensa no desenvolvimento nutricional dos filhos. Se desde a gestação é cultivada uma alimentação saudável rica em frutas, verduras, legumes, cereais, mantendo uma dieta de baixa caloria e a prática de atividades ao ar livre vai ajudar a criança a ter um crescimento adequado para as suas necessidades" .
O aumento da obesidade e da síndrome metabólica na infância tem aumentado paralelamente as modificações dos padrões de dieta e de atividade física. Apesar de serem o resultado do desequilíbrio de longa duração entre ingestão e gasto, a obesidade está associada a um complexo conjunto de determinantes que podem agir durante a gestação, na 1ª, ou 2ª, infância. E podem ser influenciados por outros fatores biológicos, genéticos como também fatores micro e macro ambientais.
Até mais.
Fonte: isaude.net

Descoberta mutação genética que causa morte súbita cardíaca em pessoas saudáveis...


Pesquisadores da Dinamarca descobriram uma mutação genética que pode causar doença cardíaca grave ou morte súbita cardíaca em adultos e crianças saudáveis.
A pesquisa pode ajudar a explicar, por exemplo, casos de jovens atletas que, de repente, caem mortos durante eventos esportivos.
A equipe, liderada por Anders Borglum, analisou uma família na Suécia que sofria de problemas cardíacos, com dois meninos saudáveis com idades entre 13 e 15 que sofreram morte súbita cardíaca durante eventos esportivos.
Os médicos estavam certos de que os problemas cardíacos tinham que ser hereditários. No entanto, a família não tinha a mutação genética conhecida por causar problemas cardíacos. Os médicos então deram início a um trabalho em parceria com cientistas da Dinamarca para descobrir o que estava por trás da condição cardíaca.
"Recebemos amostras de sangue de um número de membros da família sueca, e, em seguida, começamos a digitalizar seu genoma inteiro. Foi uma tarefa árdua, mas, finalmente, conseguimos detectar uma mutação genética particular, que todos os membros da família tinham em comum", afirma o pesquisador Mette Nyegaard, da Universidade de Aarhus.
A mutação foi localizada no calmodulina, gene que atua na produção de uma proteína crítica do corpo. Os cientistas já tinham conhecimento de determinados genes que podem causar morte súbita cardíaca, mas calmodulina nunca foi um deles até agora.
Agora, os investigadores estão estudando a prevalência da mutação do gene recém-descoberto. Eles examinam amostras de sangue de grandes grupos de pacientes com problemas de coração com causas desconhecidas.
Seres humanos carregam três tipos distintos de genes calmodulina, mas os cientistas só descobriram mutações em um, calmodulina 1.
"A proteína calmodulina geralmente funciona como um tipo de sensor, que mede a concentração de cálcio nas células do corpo. A concentração de cálcio é de grande importância para o coração, pois determina quando o coração se contrai e bate", explicam os pesquisadores.
A equipe realizou uma série de experimentos para descobrir como as proteínas mutantes calomodulin se comportam. Os genes mutantes de calmodulina foram colocados em bactérias que desenvolveram os mesmos genes anormais que causam os problemas cardíacos na família Sueca. A proteína defeituosa calomodulin formada pelas bactérias não conseguiu se ligar ao cálcio da mesma forma como as proteínas normais.
"Nossa teoria é que estas mutações genéticas causam doença cardíaca porque a capacidade de medir a concentração de cálcio nas células do coração simplesmente não é ideal e pode causar batimentos cardíacos irregulares", observa o pesquisador Michael Toft Overgaard.
De acordo com os autores, a descoberta pode ajudar a prevenir mortes por meio da detecção deste gene defeituoso. As pessoas que carregam a mutação poderiam ser melhor equipadas com um marca-passo, se o seu coração de repente parasse de bater. Os cientistas pretendem continuar a sua investigação para revelar especificamente quais mecanismos moleculares são afetados por mutações no gene calmodulina.
Até mais.
Fonte: isaude.net.

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