sexta-feira, 28 de junho de 2013

Vacina contra HPV para todas as mulheres e meninas maiores de 9 anos...


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) acaba de aprovar a indicação da vacina Papilomavírus humano 16 e 18 (recombinate) para meninas a partir de 9 anos, sem limite de idade.

A medida estende a indicação da vacina para prevenir o Papilomavirus humano, anteriormente permitida para mulheres de 10 a 25 anos, a mulheres acima dos 25, possibilitando que estas tenham acesso à imunização contra o HPV com objetivo de prevenir o câncer de colo do útero.
Com a mudança, basta que a paciente leve um pedido de seu médico em laboratórios da rede privada para ser vacinada. Já pela rede pública, há poucas cidades no país que disponibilizam a medicação.

A Anvisa frisa que a medida só vale para a vacina produzida pela GlaxoSmithKline, já que a solicitação da ampliação da idade partiu deste laboratório.

Cervarix, nome pelo qual é conhecida internacionalmente a vacina, oferece 93,2% de eficácia na proteção contra as lesões pré-cancerosas no colo do útero, pois  imuniza contra os tipos de HPV 16 e 18, mas também oferece proteção ampliada contra   outros tipos como 31 e 45, os principais causadores do câncer do colo do útero.

"Esta medida é extremamente relevante, pois permite à mulher, independente da idade que ela tenha, a oportunidade de se prevenir contra o segundo tipo de câncer mais prevalente em mulheres no país e um dos poucos que efetivamente pode ser evitado", afirma o gerente médico para vacinas da GSK, Otávio Cintra.

O câncer do colo do útero é uma das principais causas de morte em mulheres. De acordo com a OMS, o Brasil tem aproximadamente 69 milhões de mulheres com 15 anos de idade ou mais, com risco de desenvolvê-lo. O Inca (Instituto Nacional do Câncer) estimou, no ano passado, 17.540 novos casos de câncer do colo do útero a cada 100 mil mulheres e mais de 4.800 mortes em decorrência da enfermidade.

Um dos principais motivos para essa alta incidência é o aumento no número de mulheres vítimas do HPV (papiloma vírus humano), que é relacionado com praticamente 100% dos casos da doença.

"Hoje observamos um crescimento preocupante da infecção por HPV em todo mundo, incluindo o Brasil. Ampliar o acesso à prevenção da infecção pelo vírus é fundamental para evitar novos casos", explica o presidente da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, Garibalde Mortoza Junior.

Estudos recentes demonstram que, além de 100% de eficácia contra os HPVs 16 e 18, a vacina oferece proteção adicional, específica, contra infecções persistentes causadas pelo HPV 45 e 31, que são os tipos mais comuns do vírus causadores de câncer do colo do útero no mundo.

Essa proteção ampliada possibilita 93% de proteção contra as lesões associadas a este tipo de câncer. Os HPVs tipos 16, 18, 31 e 45 juntos são responsáveis por aproximadamente 90% dos casos de câncer do colo do útero em todo o mundo.

Até mais.
Fonte: uol.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Vídeo youtube : MASCARADO POLÊMICO...

https://www.youtube.com/watch?v=deGseUe6uPM

Até mais.

Vídeo do Youtube sobre a medicina brasileira...

Esse vídeo no youtube refere a verdadeira situação das condições da saúde brasileira, não importa o número de médicos e sim as condições com que o médico atua, sem contar os calotes que sofremos, veja as várias reportagens exibidas na TV.


Até mais.

Charge médico cubano trabalhando no interior do país...

Vale a pena ver o vídeo na Youtube, feito pelo Maurício Ricardo, sobre o atendimento de médico cubano no interior do país...

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=oLDhKHgJkCU#at=13

Até mais.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Vitamina D pode ter um papel importante na redução da glicemia de jejum, insulina e HOMA-IR em pacientes diabéticos tipo 2, como sugere estudo publicado pelo Diabetology and Metabolic Syndrome...

Ao longo da última década, foi relatado que numerosas doenças não-esqueléticas poderiam estar associadas à deficiência de vitamina D, incluindo o diabetes mellitus tipo2 (DM2). Diferentes estudos forneceram evidências de que a vitamina D pode desempenhar um papel funcional na tolerância à glicose através dos seus efeitos sobre a secreção de insulina e a sensibilidade à insulina. Este estudo, publicado pelo periódico Diabetology and Metabolic Syndrome, avaliou os efeitos da suplementação de vitamina D na resistência à insulina no DM2.
Cem pacientes com DM2 (70 mulheres e 30 homens), com idades entre 30 e 70 anos, participaram do estudo. Eles estavam em dieta apenas ou em uso de metformina como monoterapia ou de metforminaassociada à glibenclamida ou à repaglinida. Os participantes foram avaliados quanto à clínica e a bioquímica. Foram dosadas a insulina sérica, a concentração de 25(OH)D e o HOMA-IR (Homeostasis Modelo f Assessment - Insulin Resistance). Todas as medições foram realizadas no início e no final do estudo. Os doentes receberam 50.000 unidades internacionais de vitamina D3, via oral, por semana, durante oito semanas. Após análises estatísticas, os resultados foram analisados por meio de ensaios descritivos e uma comparação entre as variáveis foi feita, quando apropriado.

Os dados mostraram melhorias significativas na glicemia plasmática de jejum, na insulinemia de jejum e nas médias do HOMA-IR após o tratamento com a vitamina D, sugerindo que a suplementação de vitamina D pode reduzir a resistência à insulina em pacientes com diabetes mellitus tipo 2

Até mais.

NEWS.MED.BR, 2013. Vitamina D pode ter um papel importante na redução da glicemia de jejum, insulina e HOMA-IR em pacientes diabéticos tipo 2, como sugere estudo publicado pelo Diabetology and Metabolic Syndrome. Disponível em: . Acesso em: 3 jun. 2013.

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