sábado, 29 de dezembro de 2012

Dar açúcar antes de injeção em bebês pode reduzir a dor, sugere estudo...


Dar um pouco de açúcar a um bebê prestes a receber uma injeção pode reduzir a dor, sugere uma grande revisão de estudos.
Os pesquisadores analisaram dados de 14 ensaios clínicos randomizados que utilizaram uma solução com sabor doce para tratar a dor causada por injeções em bebês com menos de um ano de idade. No geral, os bebês que provaram a solução doce choraram menos do que os que receberam um placebo, mas foi difícil comparar os estudos por causa de suas variadas metodologias.
Alguns estudos testaram uma solução com o placebo, outras testaram mais de uma solução doce. Outras testaram o açúcar com um anestésico tópico ou com uma distração, como chupar chupeta.
A análise, publicada na semana passada no periódico The Cochrane Database of Systematic Reviews, concluiu que o açúcar é um anestésico eficaz na redução da quantidade de tempo de choro, mas não houve nenhuma evidência forte sobre qual substância doce funcionou melhor e quais são as concentrações e dosagens ideais. O estudo que testou o açúcar com um anestésico tópico não encontrou nenhuma diferença entre os dois em termos de duração do tempo do choro.
"O efeito do açúcar vai durar apenas cerca de dois minutos, portanto, ele deve ser dado durante a administração da injeção", disse o autor principal, Manal Kassab, professor assistente da Universidade da Jordânia de Ciência e Tecnologia. "Dar pequenas quantidades de açúcar é uma intervenção muito segura."
A razão para o efeito não é clara, mas alguns especialistas sugerem que o açúcar libera opioides naturais, ou que estimular os receptores gustativos leva a uma sensação de conforto.
Até mais.
Fonte: Uol.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Pergunta: "Doutor meu filho nasceu com sinalzinho na orelha?"

Isso é uma questão comum de pais de filhos com essa alteração na orelha. Pequenos apêndices auriculares ou outras malformações auriculares devem ser investigadas para avaliação audiológica, malformações no ouvido médio e também malformações renais. 
A questão é essa, malformação renal? Sim. Pois a formação da orelhinha está intimamente ligada a formação  dos rins pois os dois se formam próximos na vida embrionária, portanto justifica-se a investigação renal em todas as crianças com alterações morfológicas auriculares.

Até mais.

Fonte: Is ultrasonography required to rule out congenital anomalies of the kidneys and urinary tract in babies with isolated preauricular tags or sinuses. 
  • Andrew James McArdle
  • Rukshana Shroff 
  • Arch Dis Child 2013;98:84-87 doi:10.1136/archdischild-2012-302878

    Testículos fora do "saquinho"...

    Este é um trabalho publicado em novembro de 2012 mostrando o risco de câncer testicular em meninos com criptorquidia isolada durante a vida.
     Criptorquidia é a mais comum anormalidade congênita geniturinário, ocorrem em indivíduos do sexo masculino e afeta cerca de 6% de todos os recém-nascidos do sexo masculino. 
    Define-se como uma condição em que os testículos não descem para o escroto e são retidos no interior do abdômen e canal inguinal.  
    O câncer de testículo é o tumor maligno mais comum em homens com idade entre 20 e 45 anos.  Taxas de câncer de testículo têm aumentado substancialmente em todo o mundo ao longo das últimas décadas, com taxas de incidência no Reino Unido o aumento de 3,4 por 100 000 indivíduos do sexo masculino em 1975-7 a 6,9 por 100 000 em 2006-8. Apesar da etiologia permanece pouco compreendido, criptorquidia é frequentemente descrita como sendo o fator de risco mais significativo no desenvolvimento do cancro testicular, com 5-10% dos pacientes com diagnóstico de um tumor maligno do testículo ter nascido com a doença.
     Os meninos com criptorquidia isolado são três vezes mais propensos a desenvolver câncer de testículo.

    Até mais.

    Fonte: A meta-analysis of the risk of boys with isolated cryptorchidism developing testicular cancer in later life
    • Stefanie Zhao Lin Lip
    • Louise Elizabeth Denheen Murchison
    • Paul Stephen Cullis,
    • Lindsay Govan
    • Robert Carachi
    Arch Dis Child 2013;98:20-26 Published Online First: 28 November 2012doi:10.1136/archdischild-2012-302051

    Propaganda de bebida alcoólica é proibida na TV entre 6h e 21h...


    As propagandas de bebidas alcóolicas, incluindo cervejas e vinhos, estão proibidas em todo o território nacional segundo decisão da Justiça. Com a sentença proferida nesta sexta, a União e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), rés da ação, passam a ter a obrigação de adotar medidas restritivas à publicidade de bebidas alcoólicas, incluindo a proibição de veicular propaganda comercial nas emissoras de rádio e televisão entre as 6h e às 21h.
    A ação foi movida pelo Ministério Público Federal, por intermédio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão de Santa Catarina (PRDC/SC), e visa restringir a publicidade de toda bebida com teor alcoólico igual ou superior a 0,5 grau.
    De acordo com o procurador da República Maurício Pressutto, os comercias de bebidas alcóolicas não estão proibidos e sim, "restritos". Ele citou a Lei Seca do trânsito e questões de "saúde pública" como os principais motivadores da ação.
    "Essa publicidade irrestrita alimenta o consumo, principalmente entre jovens e adolescentes", disse. "E esses são as maiores vítimas do consumo deliberado, em acidentes de trânsito e outras ocorrências", afirmou.
    Na ação, Pressutto e o procurador Mário Sérgio Barbosa também pediram a proibição de que produtos alcóolicos sejam associados ao esporte olímpico ou de competição, ao desempenho saudável de qualquer atividade. O pedido foi acatado.
    A decisão, que ainda pode ser revertida em instâncias superiores, proíbe qualquer ação de empresas que comercializA Ðam bebidas alcólicas durante eventos esportivos. "No entendimento do Ministério Público Federal, a norma usada para cigarros e bebidas com teor alcóolico superior aos 13 graus também deve ser aplicada nesse caso", disse Pressutto. "A saúde pública foi o que motivou entrarmos com essa ação para exigir o cumprimento da norma já aplicada no caso dos tabacos".
    Segundo os procuradores, a atuação dos órgãos públicos encontra-se desatualizada diante da Lei nº 11.705/2008, que passou a conceituar bebidas alcoólicas como aquelas que apresentam álcool na sua composição a partir de meio grau. "Este tipo de publicidade é nociva por que induz ao consumo do álcool principalmente por crianças e adolescentes", afirmam na ação.
    A Justiça Federal determinou a fixação de multa diária no valor de R$ 50 mil a ser revertida para o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (art. 13 da Lei 7347/85) no caso de descumprimento da determinação judicial. Com a decisão, todas as restrições publicitárias que já existem para tabaco e para bebidas com teor alcoólico acima de 13 graus passam a se aplicar também às bebidas com graduação alcoólica a partir de 0,5.
    Até mais.
    Fonte: SBP

    Calendário de Vacinas Atualizado...



    IDADEVACINAS
    Ao nascer  BCG + HEPATITE B
    2 meses  POLIOMIELITE (ORAL) + HEPATITE B + DTP-Hib + ROTAVÍRUS
    3 meses  PNEUMOCÓCICA 10 valente + MENINGOCÓCICA C
    4 meses  POLIOMIELITE (ORAL) + DTP-Hib + ROTAVIRUS
    5 meses  PNEUMOCÓCICA 10 valente + MENINGOCÓCICA C
    6 meses  POLIOMIELITE (ORAL) + DTP-Hib + HEPATITE B
    7 meses  PNEUMOCÓCICA 10 valente
    9 meses  FEBRE AMARELA1
    12 meses  SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA + MENINGOCÓCICA C
    15 meses  POLIOMIELITE (ORAL) + DTP + PNEUMOCÓCICA 10 valente
    4 a 6 anos  POLIOMIELITE (ORAL) + DTP + SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA


    1. Para pessoas que residem ou viajam para regiões onde houver indicação, de acordo com a situação epidemiológica. Reforço a cada dez anos.
    BCG: vacina contra a tuberculose. POLIOMIELITE: vacina poliomielite 1, 2 e 3 (atenuada).HEPATITE B: vacina hepatite B (recombinante).DTP- Hib: vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis, e Haemophilus influenzae b (conjugada)ROTAVIRUS: vacina rotavirus humano G1P1[8] (atenuada) PNEUMOCÓCICA 10-valente: vacina pneumocócica 10-valente (conjugada)MENINGOCÓCICA C: vacina meningocócica C (conjugada)FEBRE AMARELA: vacina febre amarela (atenuada)SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA: vacina sarampo, caxumba, rubéola DTP: vacina adsorvida difteria, tétano e pertussisdT: vacina adsorvida difteria e tétano adulto
    dT: vacina adsorvida difteria e tétano adulto
    Calendário de Vacinação para crianças (maiores de sete anos) e adolescentes - 2012
    INTERVALO ENTRE AS DOSESVACINAESQUEMA
    PRIMEIRA VISITABCG2DOSE ÚNICA
     HEPATITE BPRIMEIRA DOSE   
     dTPRIMEIRA DOSE
     POLIOMIELITE (ORAL)PRIMEIRA DOSE
     SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLAPRIMEIRA DOSE
    2 MESES APÓS A PRIMEIRA VISITAHEPATITE BSEGUNDA DOSE
     dTSEGUNDA DOSE
     POLIOMIELITE (ORAL)SEGUNDA DOSE
     SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLASEGUNDA DOSE
     FEBRE AMARELA1 DOSE INICIAL
    4 MESES APÓS A PRIMEIRA VISITAHEPATITE B TERCEIRA DOSE
     dTTERCEIRA DOSE
     POLIOMIELITE (ORAL)TERCEIRA DOSE
    A CADA 10 ANOSdTREFORÇO
     FEBRE AMARELA1REFORÇO

    1 Para pessoas que residem ou viajam para regiões onde houver indicação, de acordo com a situação epidemiológica.

    Calendário de Vacinação para Adultos entre 20 e 59 anos – 2012
    INTERVALO ENTRE AS DOSESVACINAESQUEMA
    PRIMEIRA VISITAdTPRIMEIRA DOSE  
     SARAMPO -CAXUMBA-RUBÉOLADOSE ÚNICA   
     FEBRE AMARELA¹DOSE INICIAL
     HEPATITE B²PRIMEIRA DOSE  
      2 MESES PÓS A PRIMEIRA VISITAdTSEGUNDA DOSE
     HEPATITE B²SEGUNDA DOSE
    6 MESES APÓS A PRIMEIRA VISITAdTTERCEIRA DOSE
     HEPATITE B²TERCEIRA DOSE
    A CADA 10 ANOSdTREFORÇO
     FEBRE AMARELA¹REFORÇO

    1 Para pessoas que residem ou viajam para regiões onde houver indicação, de acordo com a situação epidemiológica.
    2 Disponível na rede pública para pessoas até 24 anos de idade a partir de 2011.
    Calendário de Vacinação para Adultos com 60 anos ou mais de idade – 2012
    INTERVALO ENTRE AS DOSESVACINAESQUEMA
    PRIMEIRA VISITAdTPRIMEIRA DOSE  
     FEBRE AMARELA¹DOSE INICIAL
    2 MESES APÓS A PRIMEIRA VISITAdTSEGUNDA DOSE
       
    4 MESES APÓS A PRIMEIRA VISITAdTTERCEIRA DOSE
       
    ANUALMENTEINFLUENZA² 
       
    A CADA 10 ANOSdTREFORÇO
     FEBRE AMARELA¹REFORÇO

    1 Para pessoas que residem ou viajam para regiões onde houver indicação, de acordo com a situação epidemiológica e avaliação do benefício da vacina.
    2 Disponível na rede pública durante períodos de campanha.

    Até mais.

    Fonte: Secretaria de Saúde de São Paulo.

    Receptores gustativos no intestino podem ser alvos para prevenção da obesidade...


    Estudo realizado por pesquisadores da Universidade Católica de Leuven, na Bélgica, demonstrou que atacar receptores gustativos no intestino pode ser uma estratégia promissora no combate à obesidade.
    O intestino 'sente' o que comemos, amargo, doce, gordura, e saboroso, da mesma maneira que a língua, através da utilização de mecanismos de sinalização similares. O resultado é a liberação de hormônios para controlar a saciedade e os níveis de açúcar no sangue quando o alimento chega ao intestino.
    Os sensores, ou receptores, no estômago respondem à ingestão de alimentos em excesso, e o seu mau funcionamento pode desempenhar um papel no desenvolvimento da obesidade, diabetes, e condições relacionadas com o metabolismo.
    A pesquisadora Sara Janssen e seus mostraram que a obesidade e as condições relacionadas podem ser prevenidas ou tratadas por meio do direcionamento seletivo de receptores gustativos no intestino para liberação de hormônios que causam sensação de saciedade, imitando os efeitos fisiológicos de uma refeição e enganar o corpo em pensar que já se alimentou.
    "A eficácia da cirurgia bariátrica para causar a perda de peso profunda e uma diminuição na prevalência de diabetes e outras condições relacionadas à obesidade não é totalmente compreendida, mas pode envolver mudanças na liberação de hormônios intestinais. A segmentação de receptores gustativos orais que afetam a liberação de hormônios que controlam a ingestão de alimentos pode oferecer um novo caminho para imitar esses efeitos de forma não cirúrgica", afirmam os autores.
    Segundo os pesquisadores, mais estudos são necessários para mostrar que os receptores de sabor do intestino podem ser alvos de drogas eficazes para a prevenção e tratamento da obesidade e diabetes.
    Até mais.
    Fonte: isaude.net

    segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

    Cai mortalidade infantil, mas Brasil ainda está distante de países desenvolvidos...


    O Brasil reduziu a mortalidade infantil, mas ainda está em um patamar distante dos países desenvolvidos. Pelos dados das "Estatísticas do Registro Civil", divulgadas pelo IBGE nesta segunda-feira (17), os chamados óbitos de neonatais (precoces e tardias, somados), atingiu, em 2011, 68,3% do total de mortes de menores de 1 ano.

    Em países desenvolvidos, 90% dos óbitos concentra-se na faixa neonatal precoce, com até seis dias de vidas. O neonatal tardia tem até 27 dias após o nascimento. Em 2011, apenas 51,8% dos óbitos infantis registrados foram neonatais precoces.
    Segundo o IBGE, até 1980 a maior parte das morte era de pós-neonatal (de 27 dias a um ano). A situação se inverteu a partir de então.
    "Os estudos relacionados com a mortalidade infantil mostram que à medida que o país tem avanços nas questões estruturais relacionados com as áreas de saneamento
    e acesso à saúde, a tendência é dos óbitos infantis se concentrarem na componente neonatal precoce", diz o IBGE.


    SUBNOTIFICAÇÃO

    Apesar do declínio da subnoticação de óbitos no país nos últimos anos, em 2011, 6,2% das pessoas que morriam não tinham a certidão de óbito expedida, segundo o IBGE. Esse percentual era de 16,3% em 2001, declinando para 11,8% em 2006.
    Nas regiões Norte e Nordeste, a subnotificação era maior, atingindo 20,6% para ambas, em 2011. As regiões Sudeste e Sul tinham cobertura total e no Centro-Oeste, a subnotificação era baixa (3,9%).
    Num recorte por Estados, os destaques negativos, em 2011, ficaram com Maranhão (44,3%) e Roraima (40,1%).

    MORTES VIOLENTAS

    As mortes por causas externas são, no Brasil, o terceiro principal grupo de causa de óbitos na população em geral e a primeira entre os jovens de 15 a 24 anos. Em 2011, foram registrados nos Cartórios do Brasil 111.546 óbitos violentos, o que significa um crescimento de 1,3% em relação ao ano de 2010. Por regiões, o aumento dos registros de óbitos violentos ocorreu no Nordeste (5,5%) e Centro-Oeste (6,9%).

    Até mais.

    Fonte: Folha de SP.

    domingo, 16 de dezembro de 2012

    Uso da metformina em crianças e adolescentes obesos...


    A obesidade infantil está cada vez mais associada com diabetes tipo 2 (DM2). A metformina reduz o risco de diabetes tipo 2 em adultos obesos não diabéticos, mas as provas em crianças obesas e jovens é inconclusivo. O objetivo do estudo foi avaliar o efeito da metformina sobre índice de massa corpora lSD pontuação (IMC-SDS), os fatores de risco metabólicos e adipocinas.Este foi um estudo prospectivo, randomizado, duplo-cego, controlado com placebo. O estudo foi realizado em seis centros de endocrinologia pediátrica no Reino Unido.
    151 crianças obesas e jovens com hiperinsulinemia e / ou glicemia de jejum alterada ou tolerância à glicose diminuída (metformina: 74, placebo: 77). O estudo foi composta por 67,5% do sexo feminino, 65,6% dos indivíduos após a puberdade, e 23,8% dos participantes britânicos asiáticos ou afro-caribenha. A faixa etária foi de 8-18 anos, a idade média foi de 13,7 (DP 2,3) anos, e a média de IMC-SDS foi 3,4 ( DP 0,5).A intervenção incluiu a metformina 1 g na manhã e 500 mg à noite vs placebo por 6 meses.
    A medida principal resultado foi a redução no IMC-SDS menos 6 meses.Os desfechos secundários incluíram insulina e níveis de glicose a partir de testes de glicose por via oral de tolerância, alanina aminotransferase (ALT), adiponectina e leptina relação (ALR) a 3 e 6 meses.
     A metformina foi associada com uma redução significativa no IMC-SDS comparação com placebo aos 6 meses [diferença média -0,1 SD (95% intervalo de confiança -0,18 para -0,02),P = 0,02]. Melhoramentos significativos aos 3 meses foram encontradas no grupo tratado com metformina: glicose em jejum, -0,16 mmol / litro (-0,31 a -0,00), P = 0,047; ALT, 19% (5-36%), P= 0,008; ALR e, 32% (4-67%), P = 0,02.A metformina tem um efeito benéfico sobre o tratamento placebo para IMC-SDS, glicemia de jejum, ALT e razão ALR menos 3 meses, com alterações no IMC-SDS sustentada em 6 meses.
    Até mais.
    Fonte: J Clin Endocrinol Metabol . Publicado online em 21 de novembro de 2012.

    Doação de orgãos ... VEJA ESTE VÍDEO...

    http://www.youtube.com/watch?v=bPC-bmus5fk&feature=youtu.be

    Até mais.

    quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

    PF descobre bando que fraudava vestibular de medicina...


    A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira uma operação que levou à cadeia líderes de quadrilhas que fraudavam vestibulares de medicina em faculdades do País. A ação policial foi batizada de Operação Calouro.

    As quadrilhas, de acordo com a PF, eram "altamente especializadas, lucrativas, organizadas e disseminadas". O esquema era realizado via falsificação de documentos ou cola eletrônica.

    A operação da polícia foi realizada em 10 estados e mais o Distrito Federal, para prender 70 pessoas. Entre os presos estão médicos e estudantes de medicina. A função deles era resolver rapidamente as questões para que as respostas fossem enviadas aos candidatos ainda durante a prova. A quadrilha cobrava até R$ 80 mil pela fraude, mas só recebia o dinheiro após a confirmação de que o candidato tinha sido aprovado no vestibular.


    Até mais.

    Fonte: Atribuna.

    domingo, 2 de dezembro de 2012

    COMETRIQ - Nova medicação contra o câncer de tireóide...


    A Food and Drug Administration nos EUA (FDA) aprovou o medicamento Cometriq (cabozantinib) para tratar pacientes com câncer da tireoide que se espalhou para outras partes do corpo (metástase).
    O câncer medular da tiroide se desenvolve em células da glândula da tireoide que produzem o hormônio calcitonina, responsável por manter um bom nível de cálcio no sangue. Este tipo de câncer pode ocorrer espontaneamente, ou em famílias com certas mutações genéticas que resultam em um ou mais cânceres do sistema endócrino, incluindo a glândula da tireoide.
    O Instituto Nacional do Câncer estima que 56.460 americanos serão diagnosticados com câncer de tireoide e 1.780 vão morrer da doença em 2012. Cerca de 4% dos cânceres da tireoide são do tipo medular, tornando-se um dos tipos mais raros de câncer de tireoide.
    "Cometriq é a segunda droga aprovada para o tratamento de câncer medular da tireoide nos últimos dois anos e reflete o compromisso da FDA para o desenvolvimento e aprovação de medicamentos para tratamento de doenças raras. Antes da aprovação de agora e de Caprelsa em abril de 2011, os pacientes com a doença tinham limitadas opções de tratamento terapêutico", afirma Richard Pazdur, da FDA.
    Cometriq é um inibidor de quinase que bloqueia as proteínas anormais envolvidas no desenvolvimento e no crescimento de células de câncer medular. Os pacientes não devem ingerir nada pelo menos 2 horas antes e uma hora depois de tomar o medicamento.
    A segurança e a eficácia do Cometriq foram estabelecidas em um estudo clínico que envolveu 330 pacientes com câncer medular da tireoide. O tratamento com Cometriq aumentou o tempo de vida dos pacientes sem progressão da doença, e, em alguns pacientes, reduziu o tamanho dos tumores.
    Pacientes que receberam Cometriq viveram uma média de 11,2 meses sem crescimento do tumor em comparação com uma média de quatro meses em pacientes que receberam placebo.
    Os efeitos colaterais mais comuns foram diarreia, inflamação ou úlceras da boca, dor, vermelhidão, perda de peso, perda de apetite, náuseas, fadiga.
    Até mais.
    Fonte: isaúde.

    terça-feira, 27 de novembro de 2012

    Descoberta nova causa de HIPOTIREOIDISMO em homens...


    Um grupo internacional de pesquisadores liderados por Daniel Bernard, da McGill University, descobriu uma nova forma hereditária de hipotireoidismo em homens. O estudo foi publicado na revista Nature Genetics.
    O hipotireoidismo congênito central ocorre de forma isolada ou em conjunto com outros déficits hormonais na glândula pituitária ou hipófise. Usando o sequenciamento de genes, foram identificadas oito mutações distintas e duas depleções no gene IGSF1 em homens de onze famílias não relacionadas; com hipotireoidismo central, aumento testicular e níveis de prolactina variavelmente baixos. O gene IGSF1 codifica uma glicoproteína de membrana que é altamente expressa na glândula hipófise anterior e as mutações identificadas prejudicam a sua movimentação na superfície celular, onde esta exerce as suas funções. Camundongos masculinos com IGSF1 deficientes apresentam diminuição das concentrações do hormônio estimulante da tireoide (TSH), redução da expressão do receptor do hormônio liberador de tireotrofina (TRH), diminuição das concentrações de triiodotironina (T3) e aumento da massa corporal.
    As observações da pesquisa delinearam uma nova doença ligada ao cromossomo X, em que a perda de função gerada pelas mutações em IGSF1 causa um hipotireoidismo central, provavelmente secundário a uma deficiência associada à sinalização pituitária ao TRH.

    Até mais.

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