sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Cirurgia Bariátrica em criança de 2 anos...

Mohammed Al Mohaidlya é o paciente mais jovem do mundo a passar pelo procedimento cirurgico
Uma criança saudita, de 2 anos, vítima de obesidade mórbida, tornou-se o paciente mais jovem do mundo a ser submetido a uma cirurgia bariátrica. Pesando 33kg e com índice de massa corporal 41, Mohammed Al Mohaidlya sofria de apneia do sono, problema que o fazia parar de respirar enquanto dormia. Preocupados com a vida do filho, seus pais procuraram especialistas e toparam submeter o pequeno ao procedimento.
A cirurgia bariátrica foi realizada em 2010, mas o caso só foi divulgado recentemente pelo International Journal of Surgery Case Reports (Jornal Internacional de Relatos sobre Casos Cirúrgicos). Segundo o estudo apresentado pela revista científica, os pais da criança, Ahmed Sulimana e Horia Malawib, já tinham feito duas tentativas de controlar o peso do menino com dietas, mas não foram bem-sucedidos.
Aos 14 meses, pesando 21,3 kg, Mohammed foi levado pelos pais a um endocrinologista. Mesmo depois de fazer dieta por quatro meses, o seu peso havia aumentado em oito quilos. Os médicos da clínica Prince Sultan Military Medical City, em Riyadh, na Arábia Saudita, não foram, na época, capazes de determinar se os pais da criança realmente estavam impondo a ela uma dieta eficaz.
No momento em que o menino foi encaminhado para o ambulatório de obesidade da clínica, ele já pesava 29,4 kg e seu peso já acarretava apneia do sono e o levava a curvar as pernas. Houve, então, uma outra tentativa de impor ao menino uma dieta, que também acabou falhando. Quando ele chegou ao 33 kg, seus médicos decidiram realizar a intervenção médica mais radical.
Os especialistas fizeram em Mohammed uma gastrectomia laparoscópica, uma espécie de cirurgia bariátrica, que removeu parte de seu estômago para restringir a ingestão de alimentos. Seu órgão digestivo ficou, desta forma, mais ou menos do tamanho e forma de uma banana. A cirurgia não é reversível.
“Ao nosso conhecimento, a gastrectomia laparoscópica nunca foi feita em crianças de tão pouca idade”, apontaram os cirurgiões no relatório. “Nós apresentamos aqui, provavelmente, o primeiro relato de uma cirurgia como essa, feita de forma bem-sucedida, em um menino obeso mórbido de dois anos”.

Resultados

Dentro de dois meses, o menino perdeu 15% do seu peso corporal. Dois anos após a cirurgia, o seu peso caiu de 33 kg para 24 kg e seu IMC de 24 estava dentro da faixa normal.
O australiano Paul Zimmett, especialista em obesidade do Baker IDI Heart and Diabetes Institute, disse ao site New.au que o caso é “chocante” e “muito incomum”. “É como no dia quando vimos uma de nossas astronaves sair do nosso sistema solar para as regiões escuras do espaço, que estão em território desconhecido. Nós não temos ideia do efeito que isso pode ter sobre o crescimento da criança e, a menos que ele tenha um acompanhamento adequado, ele pode sofrer deficiências de vitaminas”, disse.
Em um caso semelhante ao de Mohammed, destacado pelo site, médicos indianos afirmam terem realizado a cirurgia bariátrica em um menino de quatro anos de idade. A criança, que pesava 44,5 kg, estava consumindo 1.400 calorias por dia, como resultado de uma doença genética rara - Síndrome de Prader Willi - que o fazia sentir fome constantemente.

Até mais.





Vacina de catapora de graça nos postos de saúde...



A partir de segunda-feira, a Secretaria Municipal de Saúde de Santos passa a oferecer na rede pública  (unidades básicas e de saúde da família), a vacina tetra viral, que protege contra sarampo, caxumba, rubéola e também varicela (catapora).

De acordo com o Ministério da Saúde, a tetra viral deverá ser aplicada exclusivamente em crianças de até 15 meses e que já tenham recebido a primeira dose da tríplice viral (que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola). 

A Prefeitura informou que, nesta quinta-feira, representantes das 33 unidades da rede de saúde do município passaram por capacitação para tirar dúvidas e passar orientações sobre a administração da vacina. O primeiro lote com 600 doses já foi repassado pela Secretaria da Estado da Saúde.

A chefe da Seção de Vigilância Epidemiológica (Seviep), Fabiana Loyde Wakai Jorge, esclareceu que é importante que, antes de vacinar as crianças os pais, ou responsáveis informem nas unidades alguma situação de rejeição ou alergia. ''A vacina tetra viral não deve ser aplicada em quem tem alergia a ovo e neomicina", explica.


Até mais.

Fonte: ATribuna.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Cuidado com o batom...


 
Um rosa suave, um vermelho vivo e até um roxo cianótico --milhões de mulheres e meninas usam batom todos os dias. E não é só uma vez: aquelas mais preocupadas com o estilo retocam a cor dos lábios mais de 20 vezes por dia, segundo estudo recente. Mas será que elas não estão expostas também a metais tóxicos?
É sabido que a maioria dos batons contém traços de chumbo. Mas um novo estudo mostra que muitas marcas contêm outros metais, do cádmio ao alumínio. Agora, os especialistas questionam o que pode acontecer se esses metais forem absorvidos de forma diária.
"Isso importa porque há uma exposição de longo prazo", disse Katharine Hammond, da Universidade da Califórnia, principal autora da nova análise. "Não estamos tentando criar pânico. Estamos dizendo para não sermos complacentes, já que esses metais sabidamente afetam a saúde."
A questão chamou a atenção do público pela primeira vez em 2007, com um relatório da Campanha por Cosméticos Seguros a respeito da contaminação por chumbo em batons. A FDA (órgão federal dos EUA que regulamenta alimentos e drogas) publicou um segundo estudo em 2011, apontando traços de chumbo em 400 batons.
A FDA e as indústrias de cosméticos insistem que o nível médio de chumbo encontrado nas amostras, um pouco acima de uma parte por bilhão, não constitui um risco real ou excepcional para a saúde. "Os metais são onipresentes", disse Linda Loretz, toxicologista-chefe do Conselho de Produtos dos Cuidados Pessoais, uma associação setorial. "Essa é uma quantidade muito pequena, pequena demais para ser uma preocupação."
Mas o chumbo tende a se acumular no organismo, observou Sean Palfrey, diretor médico do programa de prevenção do envenenamento por chumbo do Centro Médico da Universidade de Boston. Ele também observou que o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA "admitiu no ano passado que nenhum nível de chumbo é realmente seguro".
Além do chumbo, o estudo de Hammond, publicado em maio na revista "Environmental Health Perspectives", detectou traços de cádmio, cobalto, alumínio, titânio, manganês, crômio, cobre e níquel em 24 marcas de brilho labial e em oito marcas de batom.
A concentração média de alumínio nos produtos labiais, por exemplo, chegou a 5.000 partes por milhão. O alumínio é acrescido aos batons como estabilizador, disse Loretz. "Ele impede que o batom escorra para fora do contorno da boca." O óxido de titânio é usado como alvejante, atenuando os vermelhos para que virem rosa. Ambos os usos são autorizados pela FDA. Mas todos os outros metais observados por Hammond são provavelmente contaminantes indesejados, segundo Loretz.
Por exemplo, os fabricantes usam glitter, microscópicos flocos de mica, uma formação mineral natural, para conferir brilho ao gloss labial. A mica geralmente contém metais como chumbo, manganês, crômio e alumínio. Há indicações de que batons de cores mais intensas possam conter uma carga metálica maior, por causa da contaminação nos pigmentos.
Alguns metais sem dúvida são absorvidos pelas mucosas, segundo Palfrey. Hammond recomenda que os consumidores usem o bom senso: para começar, não deixe as crianças brincarem com batons.
"Trate isso como algo perigoso, porque se elas comerem o batom estamos falando de um nível comparativamente grande de metais em um organismo pequeno."

Até mais.

Fonte: Folha de São Paulo.

Falta de seringas de insulina para diabéticos...

Veja a reportagem da Band sobre a falta de seringas para aplicação de insulina para tratamento do diabetes, talvez o governo venha também importar seringas cubanas, portuguesas, espanholas,...

http://www.youtube.com/watch?v=z1iarnGNxDE

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Níveis de cortisol matinal são influenciados pelo sexo e estágio puberal de crianças e jovens...

Estudo publicado no Journal of Clinical Research in Pediatric Endocrinology, em  2013 Month: 6 Volume: 5 Issue 2


Os níveis de cortisol da manhã são freqüentemente usados ​​como testes de triagem para insuficiência adrenal em crianças e adultos. Relatórios divergem sobre a especificidade desta medida. O presente estudo foi realizado para determinar se o status sexo ou estágio puberal afeta os valores de cortisol matutino.
Foram medidos os níveis de cortisol pela manhã e realizado teste de estimulação do hormônio adrenocorticotrófico de baixa dose em 35 indivíduos do sexo masculino e feminino saudáveis ​​(idades 6-34), variando em estágio Tanner (TS) de 1 a 5. O teste foi iniciado às 08:00, após uma noite de jejum. Cortisol sérico matinal total, o cortisol livre, globulina de ligação ao cortisol, estradiol (meninos e meninas) e testosterona (masculino) foram obtidos. 
Resultados: total de manhã e os níveis de cortisol livre foram significativamente maiores em 5 participantes TS que em crianças pré-púberes.Usando um cortisol pela manhã de 248 nmol / L para definir um valor normal, 19/21 (90%) de 5 indivíduos saudáveis ​​TS exibem valores normais. Em contraste, 0/8 TS 1 indivíduos saudáveis ​​apresentaram um valor superior a 248 nmol / L (p = 0,0005). Observamos, também, as diferenças de sexo nos níveis de cortisol pela manhã em puberal, mas não em indivíduos pré-púberes. Observamos diferenças sexuais nos níveis de cortisol pela manhã em  indivíduos TS 5. 
Conclusões:medições de cortisol da manhã pode ser mais útil como triagem testes de função adrenal em adultos do que em crianças. TS e sexo pode ser considerado na decisão de screening para insuficiência adrenal usando cortisol pela manhã ou se proceder diretamente ao teste de estimulação.

Até mais. 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Pessoas de peso normal com depósito de gordura na barriga têm maior risco de morte do que os considerados obesos pelo IMC, de acordo com estudo publicado pela Mayo Clinic...

Pessoas de peso normal com depósito de gordura na barriga têm maior risco de morte do que os considerados obesos pelo IMC, de acordo com estudo publicado pela Mayo Clinic
As pessoas que estão com peso normal, mas que têm gordura concentrada na barriga, apresentam maior risco de morte do que aquelas que são obesas, de acordo com uma pesquisa realizada pela Mayo Clinic e apresentada no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia, em Munique. Esse estudo mostrou que quem tem um índice de massa corporal (IMC) normal, mas com obesidade central, ou seja, alta relação cintura-quadril, tem maior risco de morte cardiovascular e maior risco de morte por todas as outras causas.
“Já é sabido que a obesidade central é ruim, mas o que é novidade nesta pesquisa é que a distribuição da gordura é muito importante, mesmo em pessoas com peso normal”, diz o principal autor Francisco Lopez- Jimenez, cardiologista da Mayo Clinic, em Rochester. "Este grupo tem a maior taxa de morte, ainda maior do que aqueles que são considerados obesos com base no índice de massa corporal. A partir de uma perspectiva de saúde pública, este é um achado significativo."
O estudo incluiu 12.785 pessoas com 18 anos ou mais que participaram da Third National Health and Nutrition Examination Survey, uma amostra representativa da população dos EUA. A pesquisa registrou medidas do corpo, tais como altura, peso, circunferência da cintura e circunferência do quadril, bem como status socioeconômico, comorbidades e medidas fisiológicas e laboratoriais. Os dados de referência foram pareados com os do National Death Index para avaliar as mortes durante o acompanhamento.
Os participantes foram divididos pelo índice de massa corporal em três categorias (normal: 18,5-24,9 kg/m², sobrepeso: 25,0-29,9 kg/m² e obeso > 30 kg/m²) e em duas categorias pela relação cintura-quadril (normal: < 0,85 em mulheres e < 0,90 em homens e alta: ≥ 0,85 em mulheres e ≥ 0,90 em homens). As análises foram ajustadas por idade, sexo, raça, tabagismo, hipertensão arterial, diabetes mellitus, dislipidemia e índice de massa corporal no início da pesquisa. Foram excluídas as pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica e câncer.
A idade média foi de 44 anos, sendo que 47,4% eram homens. O período médio de acompanhamento foi de 14,3 anos. Houve 2.562 mortes, das quais 1.138 foram relacionadas a doenças cardiovasculares.
O risco de morte cardiovascular era 2,75 vezes maior e o risco de morte por todas as causas foi 2,08 vezes maior em pessoas de peso normal com obesidade central, em comparação com aquelas com um índice de massa corporal e relação cintura-quadril normais.
"O alto risco de morte pode estar relacionado a um maior acúmulo de gordura visceral nesse grupo, o que está associado com resistência à insulina e outros fatores de risco, com uma quantidade limitada de gordura localizada nos quadris e nas pernas, que é a gordura que presume-se ter efeitos protetores, e com uma quantidade relativamente limitada de massa muscular", diz Karine Sahakyan , pesquisadora cardiovascular na Mayo Clinic.
Muitas pessoas conhecem o seu índice de massa corporal nos dias de hoje, mas também é importante para elas saberem que um IMC normal não significa que seu risco de doença cardíaca é baixo, acrescenta o Dr. Lopez-Jimenez. Os lugares em que a gordura é distribuída em seu corpo podem significar muito, e eles podem ser facilmente determinados obtendo-se uma medida da relação cintura-quadril, mesmo que seu peso esteja dentro dos limites normais, diz ele.

Até mais.


Fonte: Mayo Clinic

Médico cubano denuncia esquema no programa Mais Médicos...

Assistam a esse vídeo no youtube que mostra um médico cubano falando a realidade sobre o programa mais médico e tirem suas dúvidas.

http://www.youtube.com/watch?v=_dUTJ8kNSTk

SUS deve iniciar tratamento de câncer em 60 dias após diagnóstico...


A Justiça Federal determinou que o tempo máximo de espera para o início do tratamento de câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é 60 dias após a data do diagnóstico da doença. A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região anula artigo da Portaria nº 876 do Ministério da Saúde, que usava a inclusão do diagnóstico no registro do SUS como ponto de partida para a contagem do prazo.

Ricardo Salviano, defensor público federal autor da ação que ensejou a decisão, explica que depois do exame que traz o diagnóstico da doença, o paciente precisa marcar uma consulta para que um médico possa prescrever o tratamento, o que pode levar meses.

"A gente sabe a dificuldade que as pessoas têm de marcar uma consulta", disse. Salviano defende que a saúde das pessoas não pode ficar a mercê de questões burocráticas como a demora na marcação de consultas. A decisão determina que a data do resultado do exame é que vai ser o ponto de partida da contagem do prazo de 60 dias e não a consulta médica com a inclusão do diagnóstico no registro do SUS, como trazia a portaria.

A decisão mantém o texto original da Lei 12.732/2012 que está em vigor desde maio . Segundo Salviano, o legislador estabeleceu o lapso temporal de 60 dias para que o médico possa avaliar o laudo e indicar o tratamento dentro deste prazo.

O presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos, Gabriel Faria Oliveira, ressalta que o acesso à saúde é uma das principais demandas da Defensoria Pública da União (DPU) em todo país. Segundo ele, processos relacionados a pedidos de medicamentos de alto custo e diversos procedimentos médicos representam grande parte dos processos movidos nas unidades da DPU em todo país.

O descumprimento da lei pode submeter os gestores responsáveis a penalidades administrativas. O Defensoria Pública da União frisa que o paciente que verificar qualquer irregularidade pode procurar uma unidade para pedir ajuda.


Até mais.

Fonte: Atribuna.

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