quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Vírus Chikungunya...

N/A

O número de casos de infecção pelo vírus chikungunya no Brasil chegou a 828 até 25 de outubro, segundo informou o Ministério da Saúde na noite desta quarta-feira (29).

Desse total, 39 são casos importados, ou seja, de brasileiros que se infectaram no exterior. Os demais 789 são infecções autóctones, ocorridas dentro do território nacional.  

Segundo a pasta, houve 458 casos de transmissão interna na Bahia, 330 no Amapá e 1 em Minas Gerais. Quanto aos casos importados, foram registrados 17 em São Paulo, 4 no Ceará, 3 no Rio de Janeiro e mais 3 em Roraima. Rio Grande do Sul, Paraná e Distrito Federal registraram dois casos, cada. Amazonas, Amapá, Goiás, Maranhão, Minas Gerais e Pará tiveram apenas uma notificação de caso importado.

Este é o primeiro ano que o País registra casos nacionais de chikungunya. Antes disso, apenas três casos haviam sido identificados no Brasil, todos importados, em 2010. Nas últimas duas semanas, houve um aumento de 491 casos.

O vírus chikungunya tem sintomas muito semelhantes aos da dengue, e o mesmo tratamento. Ele transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, os mesmos transmissores da dengue.  


Até mais.

Fonte: ATRIBUNA

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Dietas restritivas podem causar compulsão alimentar, alerta especialista...


Cresce o número de pessoas que recorrem a dietas restritivas para perder peso e que, sem acompanhamento profissional adequado, acabam desenvolvendo compulsão alimentar, o que as faz engordar novamente.
"O que mais vejo em pessoas que cortam algum alimento da dieta por um período é que, quando elas voltam a consumir, comem por compulsão. Nesse caso, qual o benefício, se ela desenvolveu uma compulsão? Para mim, é apenas uma grande perda", avalia a nutricionista Desire Coelho.
Contrária à ideia de "inimigos" ou "vilões" em uma dieta, Desire lembra que é preciso moderação no consumo de qualquer alimento e descarta a adoção de dietas restritivas, como as que pregam eliminar o glúten ou o açúcar.
"O inimigo da saúde é o sedentarismo e uma alimentação desequilibrada. O problema é que as pessoas querem apontar outro culpado que não torne necessário interferir na mudança do estilo de vida, mas isso não existe", destaca a especialista.
No entanto, para quem passa o dia fora trabalhando, chegar em casa e ainda ter que cozinhar para a família pode ser uma das barreiras para se alimentar de forma balanceada.
"Uma alimentação à base de frutas, legumes e verduras, arroz e feijão, requer mais cuidado e tempo porque dá um pouco mais de trabalho", afirma.
A dica, segundo Desire, está em manter atitudes simples, mas que exigem organização, como levar lanches de casa e congelar.
Até mais.
Fonte: Uol

terça-feira, 14 de outubro de 2014

ÉBOLA... perguntas e respostas...

1 - O que é a doença causada pelo vírus Ebola?
A doença do vírus Ebola (anteriormente conhecida como febre hemorrágica Ebola) é uma doença grave, muitas vezes fatal, com uma taxa de letalidade que pode chegar até os 90%. A doença afeta os seres humanos e primatas não-humanos (macacos, gorilas e chimpanzés). O Ebola foi identificado pela primeira vez em 1976, em dois surtos simultâneos: um em uma aldeia perto do rio Ebola, na República Democrática do Congo, e outro em uma área remota do Sudão. A origem do vírus é desconhecida, mas os morcegos frugívoros (Pteropodidae) são considerados os hospedeiros prováveis do vírus Ebola.
2 - Como as pessoas são infectadas com o vírus?
O Ebola é introduzido na população humana por meio de contato direto com o sangue, secreções, órgãos ou outros fluidos corporais de animais infectados. Na África, os surtos provavelmente originam-se quando pessoas têm contato ou manuseiam a carne crua de chimpanzés, gorilas infectados, morcegos, macacos, antílopes florestais e porcos-espinhos encontrados doentes ou mortos ou na floresta.

3 - O vírus Ebola passa de pessoa para pessoa?
Depois que uma pessoa entra em contato com um animal que tem Ebola, ela pode espalhar o vírus na sua comunidade, transmitindo-o para outras pessoas. A infecção ocorre por contato direto com o sangue ou outros fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas. A infecção também pode ocorrer se a pele ou membranas mucosas de uma pessoa saudável entrarem em contato com objetos contaminados com fluidos infecciosos de um paciente com Ebola, como roupa suja, roupa de cama ou agulhas usadas. Cerimônias fúnebres em que durante o velório as pessoas tenham contato direto com o corpo da pessoa falecida, como é comum em comunidades rurais de alguns países africanos, também podem desempenhar um papel importante na transmissão do Ebola. Pessoas que morreram de Ebola devem ser manipuladas apenas por quem esteja usando roupas de proteção e luvas. O corpo deve ser enterrado imediatamente.
O vírus Ebola não é transmitido pelo ar.

4 - Quais os riscos para os profissionais de saúde que cuidam dos doentes?
Os profissionais de saúde têm sido frequentemente expostos ao vírus ao cuidar de pacientes com Ebola na África. Isso acontece quando eles não usam adequadamente equipamentos de proteção individual, como luvas e máscaras. Os profissionais de saúde devem seguir rigorosamente as precauções de controle de infecção recomendados. Além dos cuidados usuais, os trabalhadores de saúde devem aplicar estritamente as medidas de controle de infecção recomendadas para evitar a exposição a sangue infectado, fluidos ou ambientes ou objetos contaminados - como a roupa suja de um paciente ou agulhas usadas:
  • devem usar equipamentos de proteção individual, tais como aventais, luvas, máscaras e óculos de proteção ou protetores faciais;
  • não devem reutilizar equipamentos ou roupas de proteção, a menos que tenham sido devidamente desinfectados;
  • devem trocar as luvas ao passar de um paciente para outro.
Procedimentos invasivos que podem expor os médicos, enfermeiros e outros à infecção devem ser realizado sob estritas condições de segurança.  Os pacientes infectados devem ser mantidos separados dos outros pacientes e pessoas saudáveis​​, tanto quanto possível.
A dificuldade de manter esses padrões adequados nos serviços de saúde dos países africanos acometidos tem propiciado a infecção em profissionais de saúde.
5 - Quando uma pessoa passa a transmitir o vírus a outra?
O período em que a pessoa infectada pode transmitir só inicia após o surgimento dos sintomas. Durante o período de incubação, a pessoa não transmite o Ebola. As pessoas podem infectar outras enquanto seu sangue e secreções contiverem o vírus. Por esta razão, os pacientes infectados têm que ser cercados de cuidados específicos para evitar que profissionais de saúde ou parentes e amigos que os visitam no hospital entrem em contato com o sangue e secreções.
6 - Quem corre mais risco?
Durante um surto, como o que agora ocorre na Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria (Região de Lagos), as pessoas com maior risco de infecção são:
  • - profissionais de saúde que atendem pacientes sem que as medidas de proteção estejam adotadas;
  • - membros da família ou outras pessoas que têm contato próximo com as pessoas infectadas;
  • - pessoas que têm contato direto com os corpos dos mortos como parte de cerimônias fúnebres;
  • - caçadores que entram em contato com animais mortos encontrados na floresta.

7 - Quais são os sinais e sintomas do Ebola?
O Ebola produz uma doença grave. O início súbito de febre, fraqueza intensa, dores musculares, dor de cabeça e dor de garganta são os sinais e sintomas típicos. Isto é seguido por vômitos, diarreia, disfunção hepática, erupção cutânea, insuficiência renal e, em alguns casos, hemorragia tanto interna como externa. O período de incubação, ou o intervalo de tempo entre a infecção e o início dos sintomas, pode variar de um até 21 dias. Os pacientes tornam-se contagiosos apenas quando começam a apresentar os sintomas. Eles não são contagiosos durante o período de incubação. A confirmação dos casos de Ebola é feita por exames laboratoriais específicos.
8 - Qual é o tratamento?
Não há tratamento específico que cure o Ebola. Alguns tratamentos experimentais têm sido testados, mas ainda não estão disponíveis para uso geral. Os pacientes de Ebola requerem tratamento de suporte intensivo, realizado em hospitais de referência para tratamento de doenças infecciosas graves. Eles geralmente ficam desidratados e precisam de fluidos intravenosos ou de reidratação oral com soluções que contenham eletrólitos. Alguns pacientes podem se recuperar se receberem tratamento médico adequado. Para ajudar a controlar a propagação do vírus, as pessoas suspeitas ou confirmadas de ter a doença devem ser isoladas de outros pacientes e tratadas por profissionais de saúde usando equipamentos de proteção.
9 – Como prevenir a infecção pelo Ebola?
Atualmente não há nenhuma vacina para a doença do vírus Ebola. Várias vacinas estão sendo testadas, mas nenhuma delas está disponível para uso clínico no momento. Nos países onde existe transmissão do Ebola, a melhor maneira de se prevenir é evitar contato com o sangue ou secreções de animais ou pessoas doentes ou com o corpo de pessoas falecidas em decorrência dessa doença, durante rituais de velório.
10 - É seguro viajar durante um surto?
A Organização Mundial da Saúde não recomenda restrições de viagens para os países que apresentam transmissão porque o risco de infecção para os viajantes é muito baixo, já que a transmissão de pessoa a pessoa só se dá com o contato direto com os fluidos corporais ou secreções de um paciente infectado. Além disso, a transmissão ocorre, principalmente, em vilas e povoados de áreas rurais. Pessoas que viajam a trabalho para as capitais ou cidades desses países devem evitar qualquer contato com animais ou com pessoas doentes. Os profissionais de saúde que viajam para as áreas com transmissão, nesses países, devem seguir estritamente as medidas recomendadas pela OMS para o controle da infecção. Os brasileiros que residem nos países onde há transmissão do Ebola (Libéria, Serra Leoa, Guiné e Nigéria - Região de Lagos) devem evitar deslocamentos para as áreas rurais e vilas onde estão ocorrendo os casos, ficar alerta às informações e recomendações prestadas pelos Ministérios da Saúde desses países e evitar contato com animais ou pessoas doentes.
11. É possível termos casos de Ebola no Brasil?
Pelas características da infecção pelo Ebola, a possibilidade de ocorrer uma disseminação global do vírus é muito baixa. Desde sua descoberta em 1976, o vírus tem produzido, ocasionalmente, surtos em um ou mais países africanos, sempre muito graves pela alta letalidade, mas, autolimitados. A seriedade do atual surto é a sua extensão, atingindo quatro países e a demora em se atingir seu controle. Isso ocorre pela precariedade dos serviços de saúde nas áreas em que ocorre a transmissão, que não dispõem de equipamentos básicos de proteção aos profissionais de saúde e aos demais pacientes, bem como pelas práticas e tradições culturais de manter pacientes em casa, inclusive escondendo sua condição das autoridades sanitárias, e a realização de rituais de velórios em que os parentes e amigos têm bastante contato com o corpo do falecido.
No Brasil, não há circulação natural do vírus Ebola em animais silvestres, como em várias regiões da África.
12 – Como é feita a detecção de casos?
Como o período de transmissibilidade só começa depois que a pessoa inicia os sintomas e como todo caso de Ebola produz sintomas fortes que exigem que o doente procure um serviço de saúde, a detecção de casos pode ser feita oportunamente em locais com serviços de saúde e sistemas de vigilância estruturados, facilitando a interrupção da transmissão. Se uma pessoa vier de um país onde ocorre transmissão e apresentar a doença durante a viagem, a equipe de bordo aplica as normas internacionais vigentes, visando a proteção dos demais passageiros e informa às autoridades sanitárias do aeroporto ou porto de destino para a remoção e transporte do paciente ao hospital de referência, em condições adequadas.
13 – O que fazer se um viajante proveniente desses países africanos apresentar sintomas já no nosso país?
No caso do viajante realizar o deslocamento durante o período de incubação, no qual a infecção ainda é indetectável, e só apresentar os sintomas da doença depois da chegada ao país, o serviço de saúde que for procurado por esse paciente deverá notificar imediatamente o caso para a Secretaria Municipal ou Estadual de Saúde ou à Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. A partir da identificação de que se trata de um caso suspeito, já são adotadas as medidas para proteção dos profissionais de saúde envolvidos no atendimento ao caso, bem como para evitar que a infecção seja transmitida para outras pessoas.
O Ministério da Saúde recebe informações diárias da OMS para avaliar a situação do surto de Ebola na África ocidental e recomendar as medidas adequadas para a proteção de nosso país.
Fonte: Ministério da Saúde.
Até mais.

domingo, 12 de outubro de 2014

Cirurgia bariátrica: bypass superior à banda gástrica...

A cirurgia de bypass gástrico oferece um melhor resultado a longo prazo para o paciente comparado à banda gástrica. Perda de peso e o controle de doenças relacionadas à obesidade são mais eficazes a longo prazo, descobriram pesquisadores americanos em uma metanálise que foi publicada na "JAMA".
A análise, realizada pelo Centro Médico do Sudoeste UT (Dallas, Texas), incluiu 29 estudos, nos quais mais de 80 por cento dos pacientes foram acompanhados clinicamente por mais de dois anos após a cirurgia. Os procedimentos bariátricos envolveram bypass gástrico ou banda gástrica. Não existem dados de pesquisa suficientes disponíveis para avaliar os resultados dos procedimentos de gastrectomia em manga.
Os resultados demonstraram claramente que o bypass gástrico foi superior à banda gástrica em todos os aspectos. A perda de peso foi claramente maior: após um bypass gástrico, os pacientes perderam, em média, 66 por cento do excesso de peso, comparado a 45 por cento com a banda gástrica.
Também ficou demonstrado que o controle da doença foi melhor. Em dois terços dos pacientes com bypass, houve remissão total do diabetes tipo 2, não tendo sido este o caso em sequer um terço dos pacientes com banda gástrica. Quase um em cada dois pacientes submetidos a bypass relataram remissão da hipertensão (48 por cento), o que foi observado em menos de um quinto (17 por cento) daqueles que receberam uma banda gástrica. A hiperlipidemia teve um resultado similar: 60 por cento dos pacientes com bypass relataram remissão, o que ocorreu em apenas 23 por cento dos pacientes com banda gástrica.
As taxas de complicação de longo prazo foram similares nos dois procedimentos, mas aqui também, a cirurgia de bypass liderou com uma preferência de menos de três por cento (banda gástrica menos que cinco por cento).
Até mais.

Perda de peso rápida... cuidado...

A cada ano surgem muitas dietas da moda prometendo perda de peso rápida e em pouco tempo. Quem nunca pensou em seguir uma dieta radical para perder peso de forma rápida? Seja para uma ocasião especial ou pela ansiedade de chegar ao peso desejado, muitas pessoas tem iniciado dietas que podem trazer consequências graves à saúde. 
Antes de tudo é importante entender a diferença entre perder peso e emagrecer, pois nem sempre perder peso significa realmente emagrecer. Emagrecer é quando conseguimos reduzir o percentual e a quantidade de gordura no nosso organismo. Mas, quando os ponteiros da balança caem, três coisas podem estar acontecendo: ou você está perdendo gordura, ou perdendo músculos ou ainda, perdendo apenas líquidos.
O ideal é que, ao fazer dieta, possamos perder vários quilos de gordura, mantendo a massa muscular para então melhorar o metabolismo. Para isso, o correto é, além de corrigir a alimentação, também praticar exercícios físicos para estimular os músculos.
No entanto, quando uma pessoa faz uma dieta restrita e deixa de comer muitos nutrientes essenciais, o corpo passa a usar a massa muscular como fonte de energia. Além disso, em muitas dietas, as pessoas não consomem de forma adequada vitaminas e sais minerais que são essenciais ao equilíbrio do nosso organismo. A falta desses minerais, como sódio, potássio, cálcio e magnésio pode muitas vezes levar a problemas nos intestinos como cólicas intestinais, vômitos, diarreia e até arritmias cardíacas graves.
Outro problema consiste em combinar dietas extremas com o uso de diuréticos sem orientação médica. A consequência é o desenvolvimento de quadros de desidratação em vários graus. O nosso corpo é composto de cerca de 60% de água, sendo que dentro das nossas células está dois terços desse valor, ou seja, 40%. A hidratação dentro da célula é essencial para o bom funcionamento de todo o organismo, desde cérebro, rins até o intestino. Algumas dietas em que as pessoas consomem grande quantidade de proteína sem o consumo adequado de água podem ocasionar desde a sobrecarga nos rins até mesmo convulsões em casos muito extremos.
Outra complicação da perda de peso muito rápida é o temido efeito sanfona. A redução drástica de peso leva o nosso organismo a produzir diversos hormônios que estimulam a fome, fazendo com que a pessoa compense o período de restrição alimentar com uma alimentação maior, até mesmo sem perceber e aumentando o peso rapidamente como consequência. Além do mais, dietas muito radicais raramente são seguidas por muito tempo, pois são muito difíceis de manter.
Aqui fica a dica: e reeducação alimentar deve estar sempre em primeiro lugar. Mesmo a perda de peso sendo mais lenta do que nas dietas radicais, a mudança de hábitos com a diminuição do consumo de alimentos altamente calóricos (massas, refrigerantes e açúcares refinados) gera benefícios no organismo como um todo. Uma alimentação equilibrada evita o desenvolvimento de quadros de anemia e desnutrição, regula a imunidade e previne o aparecimento de doenças como diabetes, colesterol e pressão alta. Saúde e bem-estar não devem ser colocados em risco, pense nisso!
Até mais. 
Fonte: http://www.msn.com/pt-br/saude/saude/perda-de-peso-r%C3%A1pida-muitas-vezes-%C3%A9-a-sa%C3%BAde-que-sai-perdendo/ar-BB7hBht

Insulina Degludec... até 40 horas de duração...



Insulina Degludec melhora o Controle Glicêmico com Menor Risco de Hipoglicemia Noturna do que a Insulina Glargina em Tratamento Basal-Bolus com Insulina Aspart Nas Refeições em Diabetes Tipo 1 (BEGIN®

Objetivos:

O objetivo desse estudo foi comparar a segurança e eficácia de longo prazo do análogo de insulina basal,insulina Degludec com insulina glargina (ambos associados à insulina aspart) em indivíduos com Diabetes Tipo 1, ao longo de um período de 2 anos.

Métodos:

Esse ensaio aberto incluiu um ensaio principal de 1 ano e uma extensão de 1 ano. Pacientes foram randomizados para receber insulina Degludec uma vez ao dia, diariamente, ou insulina glargina e titulados conforme valores de glicose plasmática antes do café da manhã de 3.9-4.9 mmol/l.

Resultados:

A taxa de hipoglicemia noturna confirmada foi 25% menor com insulina Degludec do que com insulina glargina (P = 0.02). Taxas de hipoglicemia confirmada, hipoglicemia severa e eventos adversos e reduções em hemoglobina glicosada e glucose plasmática em jejum foram similares entre os grupos.

Apesar de atingir um controle glicêmico similar, pacientes tratados com insulina Degludec usaram 12% menos insulina basal e 9% menos insulina total diária do que os pacientes tratados com insulina glargina (P < 0.01).

Conclusões:

Terapia basal de longo prazo usando insulina Degludec em indivíduos com Diabetes Tipo 1 necessitou menores doses e foi associada a um risco inferior de 25% para hipoglicemia noturna comparada com insulina glargina.

Até mais.

Fonte: 

Insulina Degludec melhora o Controle Glicêmico com Menor Risco de Hipoglicemia Noturna do que a Insulina Glargina em Tratamento Basal-Bolus com Insulina Aspart Nas Refeições em Diabetes Tipo 1 (BEGIN®

Fonte: Diabet. Med. 30, 1293-1297 (2013).
Notícia publicada em: 15.08.2014Autor: Bode BW1, Buse JB, Fisher M, Garg SK, Marre M, Merker L, Renard E, Russell-Jones DL, Hansen CT, Rana A, Heller SR; investigadores de ensaio BEGIN® Basal-Bolus tipo 1

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Fibra alimentar diminui colesterol...


Fibra alimentar: ingestão adequada e efeitos sobre a saúde do metabolismo / Dietary fiber: adequate intake and effects on metabolism health


Resumo

Os efeitos positivos da fibra alimentar estão relacionados, em parte, ao fato de que uma parcela da fermentação de seus componentes ocorre no intestino grosso, o que produz impacto sobre a velocidade do trânsito intestinal, sobre o pH do cólon e sobre a produção de subprodutos com importante função fisiológica. Indivíduos com elevado consumo de fibras parecem apresentar menor risco para o desenvolvimento de doença coronariana, hipertensão, obesidade, diabetes e câncer de cólon. O aumento na ingestão de fibras reduz os níveis séricos de colesterol, melhora a glicemia em pacientes com diabetes, reduz o peso corporal e foi associado com menores níveis séricos de proteína C reativa ultrassensível. O maior consumo de fibras e a ingestão de mais fibras do que a atualmente recomendada (14 g/1.000 kcal) poderão trazer maior benefício à saúde, incluindo a redução de processos inflamatórios de baixo grau.(AU)

The positive effects of dietary fiber are related, in part, to the fact that a portion of the fermentation of components takes place in the large intestine, which has an impact on the speed of digestion, pH of the colon, and production of by-products with important physiological functions. Individuals with high fiber intake seem to have lower risk of developing coronary artery disease, hypertension, obesity, diabetes, and colon cancer. The increase in fiber intake reduces serum cholesterol, improves blood glucose in patients with diabetes, reduces body weight, and is associated with lower serum ultrasensitive C-reactive protein. Increased fiber intake and intake of more fiber than the currently recommended level (14 g/1,000 kcal) may provide greater health benefits, including reducing low-grade inflammation.(AU)
Biblioteca responsável: BR1.1

Arq Bras Endocrinol Metabol; 57(6): 397-405, ago. 2013. tab.
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: lil-685401

Até mais.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...